I
Deus...
“A quem, pois, fareis semelhante a Deus,
ou com que o comparareis? O artífice funde a imagem, e o ourives a cobre de
ouro, e forja para ela cadeias de prata. O
empobrecido, que não pode oferecer tanto, escolhe madeira que não se apodrece;
artífice sábio busca, para gravar uma imagem que não se pode mover”. (Isaías 40:
18-20)
Não é novidade
que através dos muitos séculos de sua existência, que o homem tem buscado pelo
que adorar e a quem atribuir a criação do universo ou mesmo um a quem possa
recorrer nos momentos de angustia e desespero, um que possa socorrê-lo,
provendo-lhe alívio, cura de seus males e mesmo o perdão para seus pecados. Advém
isso de sua incapacidade de explicar a própria existência, ou resolver os próprios
problemas? Para os céticos talvez seja a explicação mais razoável. Contudo não
se pode negar que, os mesmos céticos e incrédulos cujas formas de explicar a
existência são baseadas pura e simplesmente na ciência humana, são homens que
por não aceitarem a possibilidade de Alguém superior; de alguém que tenha
idealizado e criado todas as coisas, inventam idéias confusas e muito mais difíceis
de aceitar, que a certeza produzida pela fé naqueles que afirmam que tudo foi
criado e que não surgiu por acaso. Na verdade, quanto a crer ou não crer, aqui
duas forças se encontram e se debatem. Aqui a fé e a razão, não obstante
andarem juntas contrabalanceando o físico e o espiritual, no homem tornam-se
poderes que se chocam numa batalha épica. A fé diz ao homem que “... os mundos pela palavra de Deus foram
criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”. (Hebreus
11:3) Porém a razão, cujo caminho mais viável que seguir tem a
“Teoria da Evolução como base, diz que tudo não passa de milhões de anos de
evolução; que o universo é fruto de uma colossal explosão e os seres vivos
resultado de um arranjo evolutivo donde, cada espécie quer “por seleção
natural”, quer por “favorecimento das raças na preservação da vida”, tiveram
seu ponto de partida. Entretanto, mesmo que alguns inventem as mais variadas
formas de “assassinar” Deus e apagar a certeza de sua existência do coração
daqueles que têm fé, Este continua vivo e reinante na vida de bilhões mundo
afora, e Dele continuam a se aproximar homens de todas as nacionalidades e em
todas as épocas, adorando-o e reconhecendo Nele o inicio e o fim de todas as
coisas. (Apocalipse 22: 13) Tais homens são mais que felizes porque além se
encontrar paz mental por aceitarem com humildade a soberania de Deus sobre tudo
o que há, descansam na certeza de que suas promessas, inabaláveis e eternas de
um novo mundo justo se, cumprirão sobre aqueles que esperam Nele. (2 Pedro 3:
13) Infelizmente, porém, não se pode negar que o mesmo homem que vê a razão de
tudo em um ser superior, também, em alguns casos, tem inventado um jeito, ou
muitos jeitos de dar forma a tal Ser sobrenatural, e então, criatura e criador
acabam por se confundir, quando aquele que se diz criado passa a criar, dar
forma àquele por quem se diz ter vindo à existência. Mas, “A quem, pois, fareis
semelhante a Deus, ou com que o comparareis?
O artífice funde a imagem, e o ourives a cobre
de ouro, e forja para ela cadeias de prata. O empobrecido, que não pode oferecer tanto, escolhe madeira que não se
apodrece; artífice sábio busca, para gravar uma imagem que não se pode mover”.
(Isaías 40: 18-20) Assim, mesmo que jamais tenha sequer sonhado com
algo semelhante a Deus, o homem arranja uma maneira de inventar uma forma que
lhe pareça assemelhar-se a Deus e esta, segundo julga, lhe serve de “Aio” para que “se chegue ao Criador”.
Mas, do que precisamos para nos aproximarmos de
Deus?
Diante de uma
pergunta dessa natureza muitos talvez apareçam com argumentos prontos ou
procurem em suas mentes as mais variadas respostas que lhes pareçam
satisfatórias, mas talvez a religião seja a vencedora na opinião da esmagadora
maioria. Entretanto, é isso suficiente? Basta a cada um professar uma religião
para ser considerado um que vive um relacionamento pleno com Deus? Se assim
for, então ter-se-á um grande problema que resolver. Sendo que há milhares de
religiões no mundo, qual escolher para que através desta possa o homem se
relacionar com seu Criador?
Caminhos diferentes podem levar ao topo de uma mesma
montanha ____alguém diria ____do mesmo modo, as várias formas de crenças
são caminhos diferentes entre si, mas que no fim redundam em um mesmo objetivo:
Deus!
Embora parecer
um argumento válido, não é verdadeiro. O filho de Deus, Jesus, disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; e
ninguém vem ao Pai, senão por mim”¹. Diante disso, nota-se que não é
bastante ter uma religião. Mesmo que esta possa desempenhar seu papel social, é
preciso que se encontre o Caminho único e exclusivo que conduz o homem à
presença de Deus. “Porque por ele ambos temos acesso ao Pai
em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas
concidadãos dos santos, e da família de Deus; Edificados sobre o fundamento dos
apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; No qual todo o edifício,
bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor.
No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito”².
No qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito”².
Sendo Jesus “O Caminho”, é bom que, entre outros pormenores que serão apresentados adiante, atentemos para o que está envolvido aqui. Um caminho pode ser qualquer medida de distancia que alguém pode percorrer para chegar a qualquer lugar desejado. Assim sendo, pode ser uma distancia passível de ser galgada em poucos passos ou mesmo que pode consumir dias de viagem. Diferente de qualquer jornada comum, “O Caminho” que conduz o homem a Deus é uma distancia a ser percorrida por uma vida inteira. Note as palavras do próprio Jesus quanto a isso: “... mas aquele que perseverar até o fim, esse será salvo”³. Pelas palavras do Senhor no texto bíblico acima se percebe que a jornada pelo caminho, o único que conduz o homem à vida, é passível de dificuldades. ____“E na verdade todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições”4. Porem, a recompensa não se encontra no início desse caminho, nem no meio dele. Entretanto haver as alegrias da proteção e outras bênçãos do Senhor durante o percurso, a recompensa maior está no fim. Se desistirmos por qualquer motivo, ainda que a um passo do final, então perderemos aquilo que está reservado para os fiéis. “... As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, [Que] são as que Deus preparou para os que o amam”5.
“Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; e ninguém
vem ao Pai, senão por mim”¹.
Ao apresentar-se
como o “caminho” único que leva o homem a Deus, subtende-se aqui, que Jesus quer deixar claro que mesmo
que os homens andem por caminhos que para si pareçam legítimos no que tange se
achegar a seu Criador, contudo perdem seu precioso tempo. Se
então assim é, por que Deus permite que haja tanta diversidade religiosa? Bem,
de acordo com a própria bíblia, donde todos os “cristãos” do mundo derivam suas
crenças, a humanidade sempre teve uma mente muito fértil no que diz respeito
inventar modos de adoração. E não é justamente com um fragmento das Escrituras
Sagradas que trata desse pormenor que introduzimos este livro? Se percorrermos
as páginas da bíblia olhando com muita atenção, veremos que a devoção a alguém
ou a alguma coisa, não era privilégio apenas do povo escolhido de Deus. De
fato, ter o que adorar, sempre foi o desejo da humanidade, e isso não é de
causar estranheza haja vista sua origem por meio de ação divina. O que é
estranho em tudo isso é esta não se submeter à forma com que Deus deseja ser
adorado, criando para si mesma sua própria forma de adoração. Daí, acho que se explicam
as muitas formas de devoção espalhadas pelo mundo. Igualmente, para responder a
pergunta imediatamente acima quero destacar mais um fragmento das Palavras
bíblicas.
“Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa
semente? Por que tem, então, joio”? Mateus 13: 27.
Não
obstante estar Jesus, aqui, falando de pessoas que se infiltrariam no meio
daqueles que seriam seus verdadeiros seguidores, demonstrando uma aparência de
legitimidade cristã, porem por pura falsidade, essa passagem da bíblia também
poder-se-ia ser aplicada no que diz respeito àquilo que parece ser
legitimamente da parte de Deus, mas que talvez não seja, no que toca a
religiosidade como movimento. O que fazer então, haja vista tudo, em muito,
parecer ser muito igual entre si e, portanto, de difícil distinção? A palavra
de Deus dá-nos uma resposta e tanto.
“Amados, não creiais a todo espírito, mas
provai se os espíritos são de Deus, porque muitos falsos profetas se têm levantado
no mundo”. 1 João 4: 1
Contudo,
por mim mesmo, sou de opinião que o bom mesmo é se calar e esperar Naquele que
tudo vê, discerne e julga com justiça. Por outro lado, permanecer na lama
esperando que uma chuva caia do céu e lhe lave a sujeira, pode não ser a atitude
mais sábia a tomar. Assim sendo, o mesmo Deus cujo desejo é que todos os homens
se salvem e tenham um conhecimento exato daquilo que é verdadeiro 6, com toda a certeza dará esclarecimento àquele que dele se
aproximar com coração aberto e humilde a fim de achar o rumo certo a seguir.
Quanto a esse rumo certo, não
há meio termo, nem desculpas ou subterfúgios, forçosamente, todos terão que
passar pela porta ___Jesus Cristo ____se o que pretende é um real convívio com
Deus no dia a dia e por fim alcançar as bem-aventuranças da eternidade! Como
sabemos ser assim? Bem, certo dia, em mais uma de suas muitas palestras às
multidões que o seguiam para onde quer que fosse, ele disse: “Eu sou a porta;
se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens”7. Note que passar pela porta da qual o
Mestre falava, cuja porta era ele mesmo, redundaria em ser salvo, donde
subtende-se segurança no sentido mais amplo da palavra, e ainda mais em achar
alimentação em abundancia, por onde entendemos que aquele que passa por essa
porta não sofrerá fome espiritual, mas desfrutará da fartura de conhecimento
espiritual proporcionada por Deus!
“Portanto assim diz o Senhor DEUS: Eis
que os meus servos comerão, mas vós padecereis fome; eis que os meus servos
beberão, porém vós tereis sede; eis que os meus servos se alegrarão, mas vós
vos envergonhareis”8.
Esse mesmo Jesus que se
declarou como uma porta de salvação e segurança, foi anunciado como sendo o
Advogado dos pecadores, o apóstolo disse: “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não
pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o
justo”9.
Sendo assim, os homens não precisam mais ficarem encolhidos pelo pavor de
estarem irremediavelmente perdidos em sem ajudador. Ao manifestar a sua gloria
aos homens por meio de seu filho Jesus e dos grandes atos que este realizou
entre o povo de sua época, o Criador dos céus e da terra quis também revelar à
toda a humanidade que Ele se importa, que tem prazer naquilo que criou, que seu
desejo é trazer todas as coisas de volta ao seu estado original como Ele
idealizou, criou e como era no princípio antes que o homem viesse à queda lá no
jardim do Éden. Donde concluímos que não há subterfúgios; que não há como pegarmos
atalhos nessa caminhada e isso é maravilho! Maravilhoso porque não precisamos
tatear na escuridão buscando uma saída. Jesus o Cristo de Deus, é a luz que veio ao mundo, para que os
homens não permaneçam nas trevas!10
“E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei
conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles
esteja”. João
17: 26
É forçosamente necessário
saber que para vivermos plena comunhão
com Deus é preciso que o conheçamos. Não da forma como é “desenhado” pela
religião, mas da forma que seu filho Jesus o deu a Conhecer. Ao andar entre os
homens de sua época, Jesus Cristo realizou a obra de seu Pai, Deus, na forma
mais ampla da palavra. Não se eximiu, nem se negou a fazer o trabalho que lhe
foi designado e o fez na forma mais completa. Renunciando a si mesmo e
negando-se a se deixar levar pelos objetivos egoístas e superficiais, inerentes
à natureza humana ____”Porque eu desci do céu, não para fazer a minha
vontade, mas a vontade daquele que me enviou”. (João 6: 38 - note João 6: 15)____registra a
bíblia “Que,
sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus”,... E,
achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte,
e morte de cruz 11. Desta forma Jesus demonstrou
qual era sua verdadeira origem e a fonte
de onde vinha a doutrina que ensinava àquele que o seguiam. Ao negar-se às
exaltações humanas, fazia questão de que toda e qualquer exaltação fosse
direcionada ao seu Deus e Pai nos céus. Se alguém o interpelava com palavras
bajulatórias ele respondia à altura das circunstâncias. Não permitia em tempo
algum que qualquer ato, por menor que fosse, o pusesse à frente daquele que o
enviara a resgatar os pecadores. (Veja: Lucas 18: 19)
“Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade
e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim”. João
14:6
Sendo que Jesus é o ponto de partida
para conhecermos, aproximarmos e relacionarmo-nos com Deus nosso Criador,
estudar seu modo de vida enquanto andou entre homens e imitá-lo é a chave para
abrirmos os tesouros de uma comunhão plena com nosso Deus.
Aquele que diz que está nele, também deve andar
como ele andou. 1
João 2:6
Porque para isto sois chamados; pois também
Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para que sigais as suas
pisadas. 1 Pedro 2:21
Jesus
o maior exemplo vida, integridade e obediência.
Sendo
que Jesus participou cem por cento da natureza humana, como homem foi tentado e
suportou as mesmas aflições inerentes a todos nós.
“Porque não temos um sumo sacerdote que não possa
compadecer-se das nossas fraquezas; porém, um que, como nós, em tudo foi
tentado, mas sem pecado”. Hebreus 4:15
Está registrado na bíblia que logo após ser
batizado nas águas do rio Jordão, Jesus dirigiu-se ao deserto e ali passou quarenta dias e
noites e nesse período ele foi tentado pelo diabo. Segundo pode ser visto no
evangelho de Mateus, capitulo 4 versículos de 1 a 10, Jesus foi tentado nos
pontos em que todo homem é vulnerável. Sabendo que Jesus, após o longo período
de jejum, estava fisicamente debilitado e com fome, o tentador apareceu com argumentos ardilosos.
“Se tu és Filho de Deus manda que
estas pedras se tornem em pães”. (Mateus 4: 3)
Porem
Jesus, sabedor de quem realmente era e do fora habilitado por Deus para
realizar, tinha a plena certeza de que não precisava dar ouvidos a argumentos
satânicos a fim de provar sua identidade, muito menos para obter satisfação
pessoal. Que ele era filho de Deus e que podia realizar atos poderosos, ficara
evidente por ocasião de seu batismo, quando fora capacitado com Espirito santo
e fora ouvida a voz do céu dizendo: “Este é o meu
Filho amado, em quem me comprazo”. Nas três diferentes formas de tentação
por que Jesus passou no deserto, entretanto ser o objetivo de satanás um só, ou
seja, desviar Jesus de sua missão, o filho de Deus rebateu veementemente os argumentos
do tentador deixando claro a que viera e que nada o faria renunciar ao seu
objetivo. (Mateus 3: 17. Veja também vv. 13-17) O que podemos ver das atitudes
de Jesus é que ele decidira-se a viver à mercê de Deus. Sua própria vontade,
desejos ou necessidades pessoais não eram relevantes. Com as palavras ____“Está
escrito que nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra de Deus”. (Mateus 4:4)
____Jesus quis dizer que a maior necessidade de quem quer que seja, é de se
alimentar do precioso alimento que pode proporcionar a palavra de Deus, da qual
cada homem pode derivar sustentação para que possa se manter de pé diante de
qualquer obstáculo. Ele quis de dizer que aquele que se nutre das palavras de
Deus sem dúvida, estará fortalecido no homem interior e, portanto, capacitado
para vencer. E, creia-me, esteja certo que se o homem se fortalece de dentro
para fora, ou seja, na alma e no espirito, tal não precisará ou mesmo almejará
qualquer outra forma de “alimentação” por melhor que possa parecer! Enquanto no
deserto, logo após tentar o filho de Deus usando sua necessidade por alimento
após este ter passado os quarenta dias em jejum, satanás agora quer que Jesus
pratique um ato irresponsável apenas para que prove ser realmente o filho do
Altíssimo. Disse o tentador ____“Se tu és o Filho de
Deus, lança-te de aqui abaixo; porque está escrito: Que aos seus anjos dará
ordens a teu respeito, E tomar-te-ão nas mãos, Para que nunca tropeces com o
teu pé em alguma pedra”.
(Mateus 4:6) ____Aquelas palavras não eram desconhecidas para Jesus. Ele tinha o pleno conhecimento destas e do que diziam a seu respeito. Ele sabia da proteção que seu Pai o dispensara desde que sua mãe Maria concebera do Espirito Santo e não precisava dar provas disso ou de sua filiação a quem que quer que fosse, nem a satanás, ainda mais se disse dependesse colocar Deus à prova. Então, a resposta do leal e obediente Jesus foi: “Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”. (Mateus 4:7) Continuando, haja vista não conseguir demover Jesus de sua certeza de ser filho de Deus, satanás agora quer levar Jesus ao vislumbre do que as riquezas e o poder podem proporcionar. Transportando o filho de Deus para um monte muito alto, “... mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles”.(Mateus 4:8) e então fez a oferta que a qualquer homem seria irresistível. “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares”. (Mateus 4:9) Sucumbiu Jesus à tentação? Aceitou este a oferta do tentador? Qual foi sua atitude diante da situação? “Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. (Mateus 4: 10) Ainda que tentado com as mesmas tentações com que todos os homens são tentados, Jesus não se deixou sucumbir a elas; permaneceu firme e inabalável tendo por certa a recompensa que o aguardava junto a seu Pai no céu cuja grandeza nada, do que lhe fosse oferecido no mundo, podia suplantar. “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”. (Hebreus 12:1-2)
(Mateus 4:6) ____Aquelas palavras não eram desconhecidas para Jesus. Ele tinha o pleno conhecimento destas e do que diziam a seu respeito. Ele sabia da proteção que seu Pai o dispensara desde que sua mãe Maria concebera do Espirito Santo e não precisava dar provas disso ou de sua filiação a quem que quer que fosse, nem a satanás, ainda mais se disse dependesse colocar Deus à prova. Então, a resposta do leal e obediente Jesus foi: “Também está escrito: Não tentarás o Senhor teu Deus”. (Mateus 4:7) Continuando, haja vista não conseguir demover Jesus de sua certeza de ser filho de Deus, satanás agora quer levar Jesus ao vislumbre do que as riquezas e o poder podem proporcionar. Transportando o filho de Deus para um monte muito alto, “... mostrou-lhe todos os reinos do mundo, e a glória deles”.(Mateus 4:8) e então fez a oferta que a qualquer homem seria irresistível. “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares”. (Mateus 4:9) Sucumbiu Jesus à tentação? Aceitou este a oferta do tentador? Qual foi sua atitude diante da situação? “Então disse-lhe Jesus: Vai-te, Satanás, porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás”. (Mateus 4: 10) Ainda que tentado com as mesmas tentações com que todos os homens são tentados, Jesus não se deixou sucumbir a elas; permaneceu firme e inabalável tendo por certa a recompensa que o aguardava junto a seu Pai no céu cuja grandeza nada, do que lhe fosse oferecido no mundo, podia suplantar. “Portanto nós também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado que tão de perto nos rodeia, e corramos com paciência a carreira que nos está proposta,
Olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual, pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se à destra do trono de Deus”. (Hebreus 12:1-2)
Como filho Jesus foi exemplo de obediência
a Deus seguindo à risca seus mandamentos. (João 8: 29) Como o “cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”
cumpriu sua missão sendo sacrificado em
beneficio da humanidade (Filipenses 2: 8; Marcos 10: 45).
Jesus
exemplo de comunhão com Deus ____A comunhão com Deus é resultado de uma
total entrega.
Ao receber o Espirito Santo por ocasião
de seu batismo nas águas do rio Jordão, Jesus recebeu, por assim dizer, o selo
de autenticidade como que para atestar sua origem e filiação.
“E, sendo Jesus batizado, saiu logo da
água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como
pomba e vindo sobre ele.
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.
(Mateus 3:16-17)
E eis que uma voz dos céus dizia: Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”.
(Mateus 3:16-17)
Além disso, o Espirito Santo de Deus
capacitaria a Jesus, a partir de então, a realizar atos miraculosos e a cumprir
sua missão de pregador do evangelho de Deus, (note: Atos 1: 8) o que realidade
se deu e o que pode ser visto nos evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João. Entretanto,
isso somente não bastava para que Jesus permanecer na graça de Deus e,
portanto, em comunhão com Este. É forçoso que fique claro que, uma vida de
plena comunhão com Deus advém de um estreito relacionamento com Ele. A titulo
de exemplo: Como poderia uma pessoa desenvolver um achegado relacionamento com
outra a menos que este seja baseado em convívio diário? No que diz respeito a
Deus não é diferente. Embora viver de forma invisível aos olhos humanos, Deus é
real e com toda certeza qualquer ser humano em qualquer lugar, se quiser, pode
desenvolver um estreito e belo relacionamento com Ele. Como isso pode se dar?
____alguém talvez pergunte. Para responder, continuemos citando o exemplo de
Jesus. Como já foi dito anteriormente, não obstante Jesus Cristo ser o filho
unigênito de Deus, ele participou plenamente da natureza humana. Foi assim que
ele foi concebido, foi assim que viveu e foi assim que morreu, dando a sua vida
em resgate da humanidade. Sendo assim, ou seja, tendo Jesus vivido como humano,
enfrentou os mesmos desafios que qualquer homem tem, ou terá que de enfrentar
se quiser viver em comunhão com Deus. Por quê? É obvio! O mesmo tentador que
esteve lá no jardim do Éden e que fez cair o primeiro casal humano, esteve no
deserto, como já dissemos acima, tentando Jesus e continua até agora na sua
ferrenha batalha contra Deus com o intuito de arruinar os seus planos com
relação aos homens. Sabendo disso, como precioso alerta, o apóstolo Pedro
disse: “Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda
em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar”; (1 Pedro
5:8) Sendo que o ideal do diabo é
prejudicar os planos de Deus ____não sendo atoa ser justamente ser chamado de Diabo ou satanás que quer
dizer adversário ____ele fez e continuará fazendo de tudo para os homens percam
o favor de seu Criador. Lá no deserto, quando tentou Jesus era esse o seu propósito
como o foi lá no jardim do Éden onde pela desobediência de Adão ao ser tentado grande
desgraça recaiu sobre os homens e a partir do que os homens ficaram sob o
terrível estigma da morte. (Gênesis 3: 17-19; Romanos 5: 12) Deveras os
desafios para uma comunhão plena com Deus não nada fáceis de se enfrentar.
Contudo, ainda que combatamos com forças muito além da compreensão humana,
nossas armas são poderosas! “Porque as armas da nossa milícia não são
carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas”; (2 Coríntios 10:4)
____Que armas são essas? Recordemos as um ponto interessante das respostas de
Jesus ao tentador lá no deserto. Em todas as investidas do diabo, a resposta de
Jesus foi: “Está escrito...”. o que
podemos tirar disso? Que a palavra de Deus é uma das principais armas que
devera ser usada por aquele que se propõe viver um pleno relacionamento com seu
Pai nos céus. Como nosso maior exemplo, Jesus deixou isso muito evidente. Além
disso, Jesus arranjava tempo para orar. Esta era a forma que tinha para falar
com seu Pai no céu, pedindo ajuda nos momentos de aflição. (Mateus 14: 23; 26:
36,42; Lucas 22: 41). Aconselhando seus discípulos no jardim de Getsemani,
pouco antes de sua prisão, Jesus disse: “Vigiai e orai, para que não entreis em
tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mateus 26: 41) Jesus fez isso porque sabia
por experiência própria do poder que havia na oração. Pela oração todos podem
expressar seus medos, preocupações e angustia e, muito mais que isso, é pela
oração que o homem pode se humilhar diante do trono da graça infinita de Deus
demonstrando sua fragilidade e dependência de seu Criador. Porem, os homens hodiernos vivem tempos de desafios e não sobra tempo
para desenvolver uma vida de oração e, por conseguinte, muito menos tempo para desenvolver
hábitos que o levem a viver em comunhão com Deus ____alguém diria. Seria
diferente nos tempos de Jesus? Com toda a certeza não. Cada homem vive pelas
circunstâncias de sua época e em qualquer meio ou cultura os desafios se
apresentam de acordo com o pensamento ou costumes da época especificamente.
Jesus também enfrentou os desafios do tempo. Seu trabalho requeria urgência,
pois estava relacionado com a vida dos homens. ____“Convém que eu faça as
obras daquele que me enviou, enquanto é dia; a noite vem, quando ninguém pode
trabalhar”. João 9:4
____ele disse a seus discípulos certa vez. Entretanto, ele fez o tempo! É isso
mesmo. Mas como se pode fazer tempo quando não podemos controlar o relógio, não
o relógio fabricado pelo homem, mas aquele que naturalmente rege o movimento do
universo? Outra pergunta talvez esclareça a questão. Quanto do tempo que
gastamos é realmente importante? Todas as nossas escolhas são realmente
imprescindíveis? Jesus escolheu fazer a obra de Deus (note: Isaias 6: 8) e esta
era o seu objetivo principal. “A minha comida é fazer a vontade daquele
que me enviou, e realizar a sua obra”. (João 4:34) ____ele disse. Diante disso o que nos
resta? “Andai com sabedoria para com os que estão de fora, remindo o
tempo”. (Colossenses 4:5) De tudo
o que possamos adquirir, o Tempo é o mais importante. Às vezes achamos tempo
para realizarmos as coisas mais banais, mas quando se trata de buscarmos uma
aproximação de Deus, ai a história muda. Estamos sempre ocupados demais para
ter uma conversa com Ele e mais ainda para tirar alguns momentos para leitura
de sua palavra e reflexão. Jesus, nosso maior exemplo, foi vitorioso porque se
entregou a essas coisas. A ele não importava a própria vontade, mas a de Deus.
Falando de quem era e a quê viera ao mundo, ele disse aos seus ouvintes em
certa ocasião: “Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a
vontade daquele que me enviou. (João 6:38)
Percebemos então que a comunhão de Jesus
com seu Pai, era resultado de uma vida plena de observância daquilo que dele
____não se exigia ____mas se esperava. Jesus fez uma escolha e se entregou a
ela. À mercê de Deus ele procura que o nome deste fosse exaltado em todas as
ocasiões. Mesmo sendo o Príncipe da vida, (Atos 3: 15) mortificou-se; “... esvaziou-se
a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”; (Filipenses 2:7)
Recebeu sobre si a injurias dos que injuriavam a Deus, (Romanos 15: 3) seguindo
sempre em frente, em direção ao calvário.
Nos momentos
que antecederam o seu suplicio na cruz, Jesus, o filho unigênito de Deus, sentiu
o peso de sua responsabilidade. Orando no jardim do Getsemani a sua aflição era
tamanha que “seu suor se tornou em
grossas gotas de sangue, que corriam até o chão”. (Lucas 22: 44) Porem não
desistiu. Ainda que orasse ao Pai para que o livrasse daquela hora, todavia não
se esquecia de que a vontade de seu Pai era superior à sua e que morrer pela
humanidade era o fim para o que viera ao mundo. (João 12: 27) “E, sendo ele
consumado, veio a ser a causa da eterna salvação para todos os que lhe obedecem”;( Hebreus 5:9) Na
sua obediência, Jesus se tornou o redentor da humanidade!
Jesus nos deu a conhecer Deus.
O qual é imagem do Deus invisível, o
primogênito de toda a criação; (...)
Declarado Filho de Deus em poder, segundo o
Espírito de santificação, pela ressurreição dentre os mortos, Jesus Cristo,
nosso Senhor, (Romanos 1:4; Colossenses 1: 15)
Como ficou
caracterizado acima, Jesus demonstrou por palavras e obras a que viera e por
quem fora enviado ao mundo. Houve uma ocasião em que ele disse: “Se alguém
quiser fazer a vontade Dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou
se eu falo de mim mesmo”. (João 7: 17) Como filho, que buscava
única e exclusivamente a glorificação do nome de seu Pai, (João 7: 18) Jesus
deu-nos a conhecer Deus por sua conduta, humildade e amor às pessoas. Deixou
claro que aquilo que realizava entre os homens, era algo aprendido de Um maior
que ele. “Na
verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa
alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz
igualmente” ____ele disse. ( João
5: 19) Através de sua personalidade, Jesus nos deu a conhecer Quem é Deus, como
É Deus, e os sentimentos que ele nutre em relação à humanidade. (João 3: 16)
Mesmo não tolerando a iniquidade (Mateus 21: 12,15) e agindo com firmeza contra
aqueles que não tinham respeito pelo sagrado, ele conviveu com os pecadores,
comeu com eles em inúmeras ocasiões e amou-os ao ponto de dar a sua vida por
eles. (Marcos 2: 15,16; Mateus 20: 28) compare com Genesis 6: 1-8. De fato, a
morte de Jesus em prol da salvação da humanidade, é algo mais que necessário
para conhecermos qual é o tipo de sentimento que o Criador nutre em relação às
suas criaturas. Sim, por que além do resgate do homem, a morte de Jesus
proporcionou que fossem reconciliadas (...) “todas as coisas, tanto as que estão na terra,
como as que estão nos céus”. Colossenses
1: 20
Pergunte-se: Daria eu, um ente muito
querido para morrer em lugar de um criminoso?
“Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que
Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. Romanos 5:8
Haja
vista o Filho ter praticado atos de amor, misericórdia e justiça, se faz
necessário que entendamos que o Deus, por quem Jesus saiu ao mundo, possui os
mesmos atributos e no que tange a sua Justiça
Ele a plicará sobre o mundo quer para juízo justificador, quer para juízo
condenatório. No que diz respeito a seus atributos de amor e sua misericórdia,
Ele os demonstrou em máximo grau ao enviar seu filho ao mundo para dar a vida
pelos pecadores. “Porque Deus amou o
mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que
nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. (João 3: 16) Esta é a
expressão máxima do amor de Nosso Criador e Pai nos céus. Mas, se Deus ama os
homens, então por que ele exercerá o juízo sobre a humanidade de duas maneiras
distintas? Ou seja, para justificação ou condenação? Não poderia Ele, já que é
amoroso apenas justificar todos os homens independentemente de se este é justo
ou não? Não são todos filhos Dele? Perguntas interessantes...
É justamente por causa de sua retidão
que Deus agira de modo distinto. “Longe de ti que faças tal coisa, que
mates o justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti. Não
faria justiça o Juiz de toda a terra”? (Gênesis 18: 25)
Consideremos: Sabedor de que alguém se encontra em perigo iminente, uma pessoa
faz de tudo para que esse alguém se salve. Contudo, apesar dos muitos esforços,
avisos e vaticínios sobre a iminente calamidade o implicado não dá ouvidos e
sofre a pena. Poderia a pessoa que sabia do mal que se avizinhava ser
considerada culpada pela calamidade daquele? Por ventura não fez esta todo
esforço que podia a fim de que aquele fosse salvo? Do mesmo modo, desde que o
homem descaiu da graça de Deus lá no jardim do Éden, a humanidade se acha em
perigo iminente. O pecado colocou os homens à mercê da morte. (Romanos 5: 12)
Porém Deus, o criador de todas as coisas tem avisado ao longo das eras, fazendo
de tudo para que os homens fossem reconduzidos à retidão. “Também vos enviou o
Senhor todos os seus servos, os profetas, madrugando e enviando-os, mas vós não
escutastes, nem inclinastes os vossos ouvidos para ouvir”, (Jeremias 25:4)
Diante disso, poderia ser Deus considerado injusto com os homens? Jesus, a
expressão máxima de seu amor, morreu pelos homens, consumando a maior obra de
redenção já anunciada. E ainda assim Deus poderia ser considerado injusto?
Jamais!
Nessa demonstração inefável, Ele nos deu
a Vida que está em Jesus o Cristo (1 João 5: 11) Entretanto essa grande
demonstração de amor, o Justo e Verdadeiro Deus em breve aplicara sua reta
Justiça sobre este mundo e, como o Grande Juiz de toda a terra que é, saberá
dar a cada um o veredicto cabível à seus atos.
“Longe de ti que faças tal coisa, que mates o
justo com o ímpio; que o justo seja como o ímpio, longe de ti. Não faria
justiça o Juiz de toda a terra”? Gênesis
18: 25
____Eu sou a porta;
se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. João 10:9____ Passando por Jesus, a porta por onde se tem acesso a
lugares de descanso e refrigério, podemos ter acesso a Deus, conhece-lo e
assim, poder desenvolver plena relação com Ele, desfrutar de uma vida plena de
alegrias já aqui e no futuro, a Vida Eterna! (Note: João 17: 3)
II
Religião e Adoração aceitável. ____Duas
forças em conjunto e entre elas os homens
“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que
se esperam, e a prova das coisas que se não vêem”. Hebreus
11:1
“A fé detêm o poder de elevar homens às alturas, fazê-los como a cordeiros
indefesos, ou leva-los atingir feitos monumentais”.
Geraldo R. Filho
Como algo que não pode ser
cientificamente explicado ou medido, a fé tem, ao longo das eras, feito parte do
cotidiano de muitos homens. Mas o que significa? Como definir o termo e dar-lhe
um sentido que seja lhe fiel, que seja capaz de esclarecer-lhe a grandeza e
poder? “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e
a prova das coisas que se não vêem”. Hebreus
11:1 Esta é maior, melhor e talvez única definição que faz justiça ao
termo. Com o poder de levar o homem a lugares inimagináveis, fazendo- avistar
aquilo que jamais o olho humano viu ou verá, a fé, que é algo que se desenvolve
a partir de um ponto especifico, pode ser manipulada se não vier da fonte
certa, ou desacompanhada do conhecimento verdadeiro e, ao invés de fé genuína a
pessoa pode acabar por desenvolver apenas crendices que por sua vez é algo
meramente baseado em fábulas e mitos populares. Então, como se pode adquirir a
Fé? Existe uma fonte correta de onde os homens possam derivar algo de tal
gênero? Vejamos alguns pontos interessantes que precisam constar na lista
daquele que anseia por desenvolver uma fé genuína, que se baseie em conceitos
verdadeiros.
____Ser
capaz de Ouvir.
Em primeiro lugar é preciso que se tenha
a capacidade de ouvir, que não é o mesmo que por em ação o sentido inerente a
todos os homens, o sentido da audição! Os animais também detêm esse sentido.
Quando dizemos que é necessário ouvir, queremos dizer que aquele a quem a
palavra é dirigida, precisa ser receptivo, com capacidade remoer no íntimo
aquilo que escuta e aproveitara dai aquilo que faça bem à sua alma. Por que
isso é necessário? Porque apenas aquilo que faz bem ao homem interior, é que é
verdadeiro. O homem carnal pode ser enganado, mas o homem espiritual não!
____Ouvir
de fonte segura e imparcial.
“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o
ouvir pela palavra de Deus”. (Romanos 10:
17)
O mundo é permeado das mais varias
crenças desenvolvidas ao longo dos milênios,
que aparentemente parecem verdadeiras, ser
canais de ligação do homem com Deus. Contudo, algumas perguntas diretas,
imparciais e desprovidas de preconceito precisam ser consideradas. Em que se
baseiam essas crenças? Seus escritos, onde seus adeptos se baseiam são fieis
imparciais e justos? Se tais perguntas puderem se respondidas de modo
afirmativo, então eis ai um bom começo para buscar o conhecimento e, por
conseguinte desenvolver a fé. Entretanto, pergunte-se: Qual de todos os escritos
religiosos existentes fala de alguém que tenha dado sua vida em benefícios de
homens pecadores? Que livro relacionado a assuntos espirituais conta a historia
de homens do passado destacando sua fé e serviço a Deus sem, contudo, omitir
suas imperfeiçoes e falhas cometidas? (Atos 13: 22; 2 Samuel 12: 7-9) Quais dos
escritos antigos falam de um Deus que se levantou a favor de uma nação inteira,
resgatando-a da escravidão? (Êxodo 12: 42). A bíblia é esse livro!
Imparcialmente esta relata a história de homens de Deus, como estes viveram,
seus medos, imperfeições e falhas, e relata as ações de Deus a favor daqueles
que esperam nele. “Porque desde a antiguidade não se ouviu,
nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que
trabalha para aquele que nele espera”. (Isaías 64: 4)
____Ser
humilde de coração a fim de poder ser instruído sem barreiras.
“Examinai tudo. Retende o bem”. 1 Tessalonicenses
5:21
Não obstante a necessidade de que
detenhamos a qualidade de ouvir humildemente, forçoso é que tenhamos o cuidado de
examinar aquilo que nos é anunciado, fazendo isso com mansidão, espirito
crítico e perspicácia. Por quê? “Porque se levantarão falsos cristos, e
falsos profetas, e farão sinais e prodígios, para enganarem, se for possível,
até os escolhidos”. (Marcos 13: 22) Como alerta contra tais falsos
profetas o apóstolo João advertiu: “Se alguém vem ter convosco, e não traz
esta doutrina, não o recebais em casa, nem tampouco o saudeis”. (2 João 1:10)
De que doutrina fala o santo apóstolo do Senhor? Bem, por ocasião da ascensão
de Jesus ao céu, este disse aos seus discípulos que deveriam anunciar o
evangelho a toda a criatura. De que tratava o evangelho? O evangelho falava do
Cristo, do reino de Deus, da salvação dos homens que nele cressem. O evangelho
falava de um Jesus carne e sangue, (2 João 1: 7) que à semelhança dos homens
padeceu toda a sorte de padecimentos e se tornou o Príncipe da salvação. (Hebreus
2:10, 18; 1 Pedro 4:1) Desse modo se algo parecer-lhe diferente disto, então
não é o evangelho de Cristo.
É triste que a fé, como
algo que capacita o homem para ver o invisível e acreditar naquilo que não se
pode apalpar, tenha se tornado uma porta por onde ensinamentos errados entraram
e se arraigaram profundamente na mente e coração dos homens. O escritor da
carta os Hebreus chegou a dizer que “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra de Deus
foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é
aparente”. Hebreus
11:3 De
modo que a fé não precisa da ciência para que se explique a nossa existência,
nem tampouco a existência do mundo e do cosmo infinito. Por onde percebemos o
grau de poder da fé. Ela nos dá a consciência daquilo que não pode ser
explicado pela razão e talvez por isso seja tão explorada por mentes deturpadas
e impiedosas a fim de fazer seus escravos, pessoas em todos os lugares e épocas.
____“Traze estas coisas à memória, ordenando-lhes diante do Senhor
que não tenham contendas de palavras, que para nada aproveitam e são para
perversão dos ouvintes”. 2
Timóteo 2:14 ____alertou o apóstolo Paulo a Timóteo, cooperador
com ele na obra do evangelho do Cristo. Por ele fez isso? Porque ele sabia
haver no meio dos discípulos, homens amantes de si mesmos, aos quais ele chamou
de Dissolutos, cuja fé era somente na aparência e não uma fé genuína amparada
na Verdade das santas palavras do evangelho que este anunciava. (Note: 2 Tessalonicenses
3:2; Atos 20:30).
A
adoração verdadeira.
“Porque tudo o que dantes foi escrito, para
nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras
tenhamos esperança”. Romanos
15:4
Quando Deus resgatou os filhos de Israel
da escravidão egípcia, (Êxodo 6: 6) lhes deu leis e observâncias que seguir e
praticar na terra que passariam a possuir por herança. (Deuteronômio 12: 1)
Seria a instituição de uma religião? Antes de respondermos a esta pergunta,
vamos entender do que se trata o termo religião.
Se considerarmos que religião é aquilo que se faz com rígida frequência, a
definição seria incorreta porque iriamos descobrir uma infinidade de atividades
praticadas rígida e diariamente e que, portanto, deveriam ser consideradas como
religião e, no entanto não as vemos assim. De outro modo, se disséssemos que religião
é toda forma de devoção a algo ou a algum costume, também estaria incorreto,
porque podemos demonstrar devoção a uma infinidade de coisas e até a uma pessoa.
Insistindo ainda mais um pouco, se considerássemos como religião algum tipo de
rito, serviço ou reunião onde se entoam cânticos a certas divindades então como
definir as reuniões comemorativas onde se celebram aniversários de nascimentos
e casamentos entre outros? De modo que as definições de religião mais confundem
que esclarecem, principalmente no que tange o ponto de vista espiritual. Assim
sendo, melhor seria que fosse utilizado o termo Adoração, ao invés de Religião.
(Note João 4: 22) O fato concreto em
meio a tudo isso é que não importa muito qual o verdadeiro sentido desse
substantivo que, segundo andei pesquisando, apareceu na sua versão em português
a partir do século XIII. Se procede, me desculpem, não posso afirmar. Porem,
como isso é o que menos importa à esta altura do assunto, vamos em frente
sabendo que o verdadeiro objetivo entre tudo isso é encontrar Deus, adquirir
conhecimento a seu respeito e por fim, desenvolver uma fé genuína e inabalável.(João
17: 3) Voltando à pergunta: Estaria Deus instituindo um religião? Para
responder, é bom que primeiro atentemos para a passagem bíblica que segue: “Vedes aqui vos tenho ensinado estatutos e juízos, como me mandou o
Senhor meu Deus; para que assim façais no meio da terra a qual ides a herdar.
Guardai-os pois, e cumpri-os, porque isso será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos, que ouvirão todos estes estatutos, e dirão: Este grande povo é nação sábia e entendida”. (Deuteronômio 4:5-6) Em primeira instância nota-se que o objetivo das leis era para que povo fosse ensinado, a fim de que adquirisse sabedoria e entendimento. (Deuteronômio 6: 1; 2 Timóteo 3: 16) E o modelo de adoração dado por Deus, um modo de proteger a nação contra a corrupção da falsa adoração vigente entre as nações ao redor de onde passariam a viver. Pelas retas palavras da lei, comumente chamadas Os Dez Mandamentos, o povo de Israel aprenderia a maneira correta de se conduzir como nação e, cada homem saberia o que fazer em qualquer questão de demanda. (Deuteronômio 19: 17) Na forma de adoração baseada em ofertas e sacrifícios, além levar o povo à consciência de que tudo o que possuíam era uma dádiva da parte de Deus, apontava para coisas futuras, destas o sacrifício de Jesus como resgate da humanidade. (Colossenses 2: 17 ) Com aquelas ordenanças o povo seria protegido. Tendo sua própria forma de adorar a Deus, eles estavam livres de se corromper com as falsidades religiosas das nações ao seu redor, onde os deuses eram os mais variados sendo representados nas mais diversas formas, sendo esculpidos de pedra ou madeira. (Salmos 135:15)
Guardai-os pois, e cumpri-os, porque isso será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos, que ouvirão todos estes estatutos, e dirão: Este grande povo é nação sábia e entendida”. (Deuteronômio 4:5-6) Em primeira instância nota-se que o objetivo das leis era para que povo fosse ensinado, a fim de que adquirisse sabedoria e entendimento. (Deuteronômio 6: 1; 2 Timóteo 3: 16) E o modelo de adoração dado por Deus, um modo de proteger a nação contra a corrupção da falsa adoração vigente entre as nações ao redor de onde passariam a viver. Pelas retas palavras da lei, comumente chamadas Os Dez Mandamentos, o povo de Israel aprenderia a maneira correta de se conduzir como nação e, cada homem saberia o que fazer em qualquer questão de demanda. (Deuteronômio 19: 17) Na forma de adoração baseada em ofertas e sacrifícios, além levar o povo à consciência de que tudo o que possuíam era uma dádiva da parte de Deus, apontava para coisas futuras, destas o sacrifício de Jesus como resgate da humanidade. (Colossenses 2: 17 ) Com aquelas ordenanças o povo seria protegido. Tendo sua própria forma de adorar a Deus, eles estavam livres de se corromper com as falsidades religiosas das nações ao seu redor, onde os deuses eram os mais variados sendo representados nas mais diversas formas, sendo esculpidos de pedra ou madeira. (Salmos 135:15)
Sem um código de
conduta especifico que praticar os filhos de Israel até então se conduziam
praticando o que lhes parecia justo aos seus próprios olhos. Eles não possuíam
uma lei e seu modo de adoração ao que parece era conforme o modelo praticado
pelos povos ao seu redor, fato que fica muito evidente na facilidade e falta de
temor com que, enquanto no deserto de Sinai eles esqueceram-se de como tinham
sido livrados do poder de faraó e pediram ao irmão de Moisés que lhes fizessem deuses para ir adiante deles
naquela jornada. Tal episódio ocorreu justamente no período em que seu líder
Moisés estivera no cume do Sinai, lugar onde este recebeu do próprio Deus as
leis que deveria ensinar a eles. Na ocasião, Moisés subira ao monte, de onde
fora chamado por Deus, permanecendo lá por quarenta dias.(Êxodo 24: 16, 18) Nesse ínterim o povo apenas aguardava. Então,
na sua ociosidade, eles procurarão por Arão, o irmão de Moisés que estivera com
este em todos os eventos ocorridos no Egito por ocasião da libertação do povo,
(Êxodo 7: 1) e pediram: “... Faze-nos um deus que vá adiante de nós; porque não
sabemos o que sucedeu a este Moisés, a este homem que nos tirou da terra do
Egito”. (Êxodo 32: 23) Esse episódio só vem confirmar que o
povo até então, como já foi comentado anteriormente, vivera sem lei e não
conhecia realmente aquele que fizera os prodígios no Egito e os libertara por
meio de manifestações poderosas. (Jeremias 32: 20; Deuteronômio 34: 11) Assim
sendo, em seu amoroso cuidado e firme nas promessas que fizera aos pais daquela
nação, (Deuteronômio 9: 27) Deus proveu a Moisés as diretrizes necessárias de
como deviam se conduzir e a maneira corretas de como proceder nos serviços
referentes à adoração, ato que deveria ser praticado única e exclusivamente em
devoção ao Deus que os libertara; o Deus de seus antepassados Abraão, Isaque e
Jacó. (Êxodo 2: 24; Mateus 22: 32) E a ordem vinha do Próprio Deus, dizendo: “Não
farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos
céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas
nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a
iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me
odeiam”. (Êxodo 20:4-5)
Entretanto, é bom que fique evidente que as leis e os cultos instituídos por
Deus e repassados aos israelitas através de Moisés, antes de ser uma obrigação
imposta, ou considerada como a instituição de uma religião, era sobre tudo
isso, para a proteção da nação de Israel! ____“Porque esta palavra não
vos é vã, antes é a vossa vida; e por esta mesma palavra prolongareis os dias
na terra a qual, passando o Jordão, ides a possuir”. (Deuteronômio 32:47) ____Foi vaticinado por Moisés. A
prosperidade do povo, sua permanência na terra que Deus prometer a Abraão, que
a daria aos seus filhos depois deste, (Gênesis 13: 15) baseava-se em eles
observarem a lei de Deus e fazerem exatamente como estava escrito.
“Olhai, pois, que façais como vos mandou
o Senhor vosso Deus; não vos desviareis, nem para a direita nem para a
esquerda”. (Deuteronômio
5: 32)
Fiquem
atentos. Prestai atenção para fazer exatamente como lhes foi prescrito! Com muita
clareza, aquelas palavras diziam ao povo o que fazer e como fazer. Assim, não
teriam como se desculparem, nem poderiam dizer que eram ignorantes quanto ao
justo e o injusto, quanto ao certo e o errado. (Deuteronômio 4: 6)
Note que a Israel foi dada a lei como
algo que regularia a conduta do povo com relação ao próximo e nas coisas
concernentes a Deus.
Então falou Deus todas estas palavras, dizendo:
Eu sou o
Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão.
Não terás
outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma
semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas
debaixo da terra. Não te encurvarás a
elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito
a iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que
me odeiam. E faço misericórdia a milhares
dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos.
Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em
vão; porque o Senhor não terá por
inocente o que tomar o seu nome em vão.
Lembra-te
do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás
toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o
sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem
tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu
estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que
neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do
sábado, e o santificou.
Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o
Senhor teu Deus te dá.
Não
matarás.
Não
adulterarás.
Não
furtarás.
Não dirás
falso testemunho contra o teu próximo.
Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu
próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento,
nem coisa alguma do teu próximo. (Êxodo
20:1-17)
Por ela o povo confessaria um único Deus;
abominaria a idolatria; guardaria reverência ao santo nome de Deus; (יהוה
caracteres do hebraico antigo que representavam o nome de Deus) respeitariam a
observância do Sábado como um dia repouso absoluto; observariam a honra que se
deve aos pais; teriam respeito pela vida; manteriam a pureza do corpo no que
diz respeito à imoralidade sexual; não lançariam mão da propriedade alheia;
seriam verdadeiros nas palavras; seriam puros de olhos com respeito a àquilo
que pertencia a outrem. Porem os serviços a Deus se baseavam em ofertas,
sacrifícios e ajuntamentos solenes em épocas especificas, apontadas pelo
próprio Deus, (יהוה) ocasiões onde
os filhos de Israel poderiam se alegrar e agradecer por todas boas dádivas
recebidas do Criador. (Note Êxodo 34: 18, 22, 23)
“E te alegrarás por todo o bem que o Senhor teu
Deus te tem dado a ti e à tua casa, tu e o levita, e o estrangeiro que está no
meio de ti”. (Deuteronômio
26: 11)
Teria Deus, com a instituição daquela
forma de adoração, a intenção de criar uma religião? Vamos considera aqui algo
muito peculiar que com certeza desfará qualquer conceito de que esta era a
intenção de Deus.
Que o homem sempre demonstrou
inclinações adorativas, concebendo em si a ideia de alguém ou algo superior que
adorar, remonta a milênios na historia deste sobre a terra. Ainda lá no inicio
da história humana registrada na bíblia, encontramos os dois primeiros filhos
de Adão fazendo oferendas a Deus. Está assim registrado: “E aconteceu ao cabo de
dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta
ao Senhor.
E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta”. (Gênesis) Por que eles fizeram aquilo? De onde tiraram a ideia de que aquela era como deviam prestar culto a Deus? Sem dúvida alguma, naquela atitude implicava-se o sentimento de gratidão, principalmente no que diz respeito à oferta de Abel em particular. Com certeza, sabedores de quem era Deus e de que essência era, fora a forma mais adequada que encontraram de dar a Ele algo daquilo que consideravam terem recebido graciosamente de seu Deus. Assim, considerando que o ato de oferecer sacrifícios a Deus começa em Abel e seu irmão Caim, vemos que ao estabelecer os rituais que seriam praticados pelos filhos de Israel quando comparecessem perante si, Deus apenas estava, ao invés de promover uma religião, apenas corroborando a atitude adotada por nossos primeiros irmãos lá no inicio do mundo. Por outro lado, levando em conta que as nações ao redor de Israel também praticavam o ato de oferecer sacrifícios a uma infinidade de deuses inventados por si, é razoável duvidar que Deus jamais seria capaz de instituir uma religião que sequer se aproximasse em certos aspectos daquelas onde seus praticantes sacrificavam à pedra, ao ouro, às estrelas, ao sol, entre outros. (Note Deuteronômio 4: 14-20; Jeremias 8: 2)
E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta”. (Gênesis) Por que eles fizeram aquilo? De onde tiraram a ideia de que aquela era como deviam prestar culto a Deus? Sem dúvida alguma, naquela atitude implicava-se o sentimento de gratidão, principalmente no que diz respeito à oferta de Abel em particular. Com certeza, sabedores de quem era Deus e de que essência era, fora a forma mais adequada que encontraram de dar a Ele algo daquilo que consideravam terem recebido graciosamente de seu Deus. Assim, considerando que o ato de oferecer sacrifícios a Deus começa em Abel e seu irmão Caim, vemos que ao estabelecer os rituais que seriam praticados pelos filhos de Israel quando comparecessem perante si, Deus apenas estava, ao invés de promover uma religião, apenas corroborando a atitude adotada por nossos primeiros irmãos lá no inicio do mundo. Por outro lado, levando em conta que as nações ao redor de Israel também praticavam o ato de oferecer sacrifícios a uma infinidade de deuses inventados por si, é razoável duvidar que Deus jamais seria capaz de instituir uma religião que sequer se aproximasse em certos aspectos daquelas onde seus praticantes sacrificavam à pedra, ao ouro, às estrelas, ao sol, entre outros. (Note Deuteronômio 4: 14-20; Jeremias 8: 2)
“Os ídolos dos gentios são prata e ouro, obra
das mãos dos homens”. (Salmos
135:15)
Assim, podemos afirmar categoricamente
que Deus não instituía uma religião, mas que dava autenticidade à forma com que
Abel e seu irmão Caim tinham, no princípio, praticado a adoração a Ele. Do
mesmo modo que aqueles, os filhos de Israel apresentariam sacrifícios
representativos a Deus, como forma de alcançarem perdão pelos pecados, (Levítico
16: 34) ou ainda, ofertando ao Senhor, quer do fruto dos animais, quer dos
frutos da terra. “Estas coisas fareis ao Senhor nas vossas solenidades
além dos vossos votos, e das vossas ofertas voluntárias, com os vossos
holocaustos, e com as vossas ofertas de alimentos, e com as vossas libações, e
com as vossas ofertas pacíficas”. (Números 29: 39)
Note Gênesis 4: 3,4.
A
adoração de Deus hoje
____Como praticá-la?
“E ele firmará aliança com muitos por uma
semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblação;...” (Daniel 9: 27)
A passagem bíblica em destaque acima
diz-nos sobre o que seria feito da forma de adoração que desde o Sinai ainda
subsistia, atravessando séculos, chegando até os tempos em que o Messias se
manifestou ao mundo. Com o aparecimento deste e, por conseguinte, com sua morte
seria posto termo à antiga lei dos sacrifícios, se tornando ele mesmo o
sacrifício, “E, sendo ele consumado, veio a ser a causa da eterna salvação
para todos os que lhe obedecem”; (Hebreus 5:9)
Jesus é esse Messias! Por ele, ao ser morto na cruz, foi posto um fim às
ordenanças, que consistiam de ofertas e sacrifícios, os quais embora cumprissem
certa medida de relevância aos olhos de Deus, contudo não podia perfeitamente
cumprir o papel de remir os homens da escravidão ao pecado.
“E de tudo o que, pela lei de Moisés, não
pudestes ser justificados, por ele é justificado todo aquele que crê”. (Atos 13: 39)
Como o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” Jesus preencheu todas
as lacunas, cumpriu todos os requisitos no que tange a redenção. Através dele
todos os homens, independentemente de nação ou posição social, são aceitos sem
qualquer distinção diante de Deus. E, ainda, ao contrario do que era
anteriormente, ou seja, quando o mundo se dividia em “Judeu” (os filhos de Israel)
e “Grego” (as demais nações do mundo) Note Colossenses 3: 11. Por Jesus a
divisão veio abaixo. “Porque ele é a nossa paz, o qual de
ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, Na sua carne desfez a
inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para
criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo,
matando com ela as inimizades”. (Efésios
2: 14-16)
Muito diferente daquilo que por tradição
o povo Judeu recebera de seus antepassados, (1 Pedro 1: 18) Jesus veio pregando
a salvação pela fé e com isso ganhou muito inimigos entre os principais da
nação. (Lucas 19: 47; veja João 3: 16) Na mensagem que Jesus anunciava não
estava implícitas as cargas da lei, nem tampouco as cargas adicionais
inventadas pelos doutores da lei ao longo dos séculos. (Mateus 23: 4) ao
contrário do que os ensinadores da lei pregavam ao povo, Jesus dizia: “Vinde
a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu
jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis
descanso para as vossas almas. Porque o
meu jugo é suave e o meu fardo é leve”. (Mateus 11: 28-30)
Com isso Ele fazia o povo entender que o ato de prestar serviço a Deus era para
ser algo prazeroso e não um fardo pesado, onde os lideres eram mais exatores
cruéis, que pastores amorosos que conduzisse o rebanho com mansidão e
benevolência. Por isso ele disse “Sou
manso e humilde de coração”. Diferente de qualquer líder espiritual de sua
época, Jesus amava aquelas pessoas à sua volta, vendo-as como ovelhas
indefesas.
“E, vendo as multidões, teve grande
compaixão delas, porque andavam cansadas e desgarradas, como ovelhas que não
têm pastor”. (Mateus 9: 36)
Essa bela qualidade de Jesus, de ver as
pessoas com sensibilidade, habilitava o a dizer com muita propriedade: “Eu
sou o bom Pastor, e conheço as minhas ovelhas, e das minhas sou conhecido”. (João 10: 14)
Ensinando as multidões que se acercavam
dele, Jesus sempre procurou que o ponto central fosse aquele por quem saíra ao
mundo com a incumbência de anunciar as boas novas. (Lucas 18: 19) Deixou muito
evidente que o que levava consigo, provinha de uma fonte elevada e que não era
de si mesmo ____ “A minha doutrina não é minha, mas daquele que me enviou. Se
alguém quiser fazer a vontade dele, pela mesma doutrina conhecerá se ela é de
Deus, ou se eu falo de mim mesmo”. João
7:1 6-17
___ele dizia. Com isso, ele apontava para que direção deveria ser dirigida a
adoração e o mérito. Enfatizava que se alguma gloria lhe cabia, não a esperava
de homens, mas daquele que o enviara, Deus!
“Eu não recebo glória dos homens”; (João 5: 41)
Quando chegamos neste ponto, passamos a
entender que o Cristo, o Messias de Deus é o meio; o elo entre os homens e seu
criador, não havendo meio termo, subterfúgios, desvios ou qualquer outro ente
que supostamente nos faria aproximarmo-nos de Deus e alcançar o seu favor, “Porque
há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. (1 Timóteo 2:5)
Por Jesus, e somente por ele é que podemos ter acesso ao trono da graça de
Deus e, por ele, oferecer os nossos sacrifícios de louvor, “...isto é, o fruto dos
lábios que confessam o seu nome”. (Hebreus 13:15)
“Tendo, pois, irmãos, ousadia para
entrar no santuário, pelo sangue de Jesus,
Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne,
E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. (Hebreus 10:19-23)
Pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne,
E tendo um grande sacerdote sobre a casa de Deus, Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu. (Hebreus 10:19-23)
Do mesmo modo que nos tempos de Moisés,
quando este por Deus ensinou ao povo os regulamentos justos do Criador
recebendo ele próprio as leis de Deus e as dando à nação israelita, nos dias de
Jesus este pregava ao povo belas mensagens e dava grandes ensinamentos
recebidos do próprio Deus. (João 7: 16; compare Êxodo 32: 16) Note:
Deuteronômio 18: 15. ____Demonstravam os ensinamentos de Jesus que era ele um
inventor de uma nova forma de religião? Definitivamente não! ____Se bem que
algumas autoridades religiosas de seu tempo cogitaram estar ele a ensinar algo
diferente daquilo que estas ensinavam à nação (Marcos 1: 27)____Jesus no
entanto, não veio ao mundo para implantar uma nova religião, do mesmo modo que
o objetivo de Deus lá no deserto de Sinai quando instituiu a lei e os
sacrifícios, não era dar ao povo uma religião. De
fato ele veio para edificar uma igreja! (Mateus 16: 18) Porém é óbvio que quando se
fala em edificar uma Igreja ____do que falaremos em hora mais oportuna ____é
claro que se excetua a edificação de um templo físico. A Igreja de Cristo é
composta por aqueles que em todos os tempos e nações diferentes abraçaram a fé
em seu sacrifico redentor, (Hebreus 12: 23) “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos
e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; No qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para
templo santo no Senhor. No qual também
vós juntamente sois edificados para morada de Deus em Espírito”. (Efésios
2: 20-22) Note que o escritor da passagem bíblica acima, destaca que os
membros da “Igreja” do Senhor são edificados sobre os fundamentos, que é o
mesmo que alicerces lançados pelos apóstolos, cuja pedra de ângulo é o próprio
Jesus. O que isto quer dizer? Que nas bases sobre que deve estar edificada a
“Igreja”, não há lugar para pedras estranhas, que é o mesmo que doutrinas
contrárias às ensinadas por Jesus e consequentemente por seus apóstolos
inspirados pelo Espirito santo. (Atos 1: 8) Quer dizer um único fundamento foi
lançado, completo e sem necessidades de reformas, ampliações ou remendos, o
qual permanece firme e inabalável séculos afora e não muda, nem pode ser mudado
por quem quer que seja. “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do
céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja
anátema”. (Gálatas 1:8)
“Disse-lhe Jesus: Mulher, crê-me que a hora
vem, em que nem neste monte nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós
adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos
judeus. Mas a hora vem, e agora é, em que
os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai
procura a tais que assim o adorem”. (João
4: 21-23)
Na passagem bíblica acima podemos ver
Jesus lançando luz sobre como Deus seria adorado a partir do dia em que por
este se fizesse cessar os ofícios sacrificiais ainda realizados no templo em
Jerusalém. (Daniel 9: 27) Quando a mulher com quem Cisto falava fez referencia
em “nós adoramos neste monte”, esta dizia do monte de adoração instituído por
Jeroboão I, “Porque rasgou a Israel da casa de Davi; e eles fizeram rei a
Jeroboão, filho de Nebate. E Jeroboão apartou a Israel de seguir ao Senhor, e
os fez cometer um grande pecado”. 2 Reis 17:21
No temor de que indo as dez tribos, sobre as quais fora constituído rei, a
Jerusalém onde estava o templo de Deus e onde era o lugar instituído por este
para a adoração, por ocasião das festividades ao Senhor estas viessem a se unir
às outras duas que constituíam o reino do sul sobre o governo da descendência
de Davi e por conseguinte lhe fosse tirado o reinado. Porquanto dizia: “Se
este povo subir para fazer sacrifícios na casa do SENHOR, em Jerusalém, o
coração deste povo se tornará a seu senhor, a Roboão, rei de Judá; e me
matarão, e tornarão a Roboão, rei de Judá. Assim o rei tomou conselho, e fez dois bezerros de
ouro; e lhes disse: Muito trabalho vos será o subir a Jerusalém; vês aqui teus
deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito”. (1 Reis
12:27-28) A partir de então, com aquele ato de Jeroboão, o povo de Israel
que compunha o reinado de dez tribos, passou a realizar suas festas conforma
fora instituído pelo rei, sacrificando seus sacrifícios aos bezerros de ouro
que este mandara constituir como deuses de Israel. As palavras de Jesus à
mulher samaritana são deveras muito dignas de serem analisadas a fundo e com
muito cuidado. Ao dizer à mulher ____“nem
neste monte nem em Jerusalém”, ____ele deixa claro a adoração de Deus não
exige um local especifico, desde que esta seja conduzida “em espirito e verdade”. Por quê? Note que em primeira mão o Senhor
faz referência a que a adoração a Deus “em espírito”. Por que tem que ser
assim? “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de
Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se
discernem espiritualmente”. 1 Coríntios (2:14)
Sendo assim, sem que o Espírito de Deus
esteja atuante na adoração esta será vazia. É o Espírito que nos ajuda nas
fraquezas, nos ensinado e inspirando na adoração. (Romanos 8: 26) No que tange
ter Jesus dito que a adoração também precisa ser “em Verdade”, conduz-nos a entender que a nossa parte física também
tem que fazer parte do ato de adoramos a Deus, “Porque, assim como o
corpo sem o espírito está morto, assim também a fé sem obras é morta”. (Tiago 2: 26)
Em outras palavras, o Espírito nos liga às coisas espirituais nos fazendo
conhecer e entender aquilo que à mente carnal é impossível. O físico ____ “em Verdade”____ nos liga às coisas
naturais, pelas quais podemos prestar serviço a Deus por nos doar em beneficio
de outros. O próprio Jesus foi exemplo disso. Pelo Espirito ele pregou o
evangelho do Reino, curou os enfermos, libertou os oprimidos do diabo e, (Atos
10: 38) fisicamente deu-se como sacrifício em resgate da humanidade. Assim
sendo, ele deu mostras reais do que adorar a Deus em espirito e verdade.
“Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão
de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável
a Deus, que é o vosso culto racional”. (Romanos 12:1)
Notemos que na passagem bíblica acima, o
apóstolo exorta os crentes a apresentarem seus corpos em “sacrifício”. Logico é
que ele não quer dizer que deveremos ser mortos à maneira de Jesus a fim de que
apresentemos um “culto” a Deus, mas ele fala de subjugarmos o nosso corpo,
restringindo as vontades da carne, para que assim possamos “em Verdade”
adorarmos a Deus. “Porque, se viverdes segundo a carne,
morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”. (Romanos 8:13)
Atente que uma coisa não é sem a outra, ou, digo, que não há como adorar a Deus
apenas “em Espírito”, como também não existe maneira de adorarmos a Deus apenas
“em verdade”. O versículo bíblico imediatamente acima, deixa isso claro. Note
que ai diz que ____ “mas, se pelo Espírito mortificardes as
obras do corpo, vivereis”. Fica evidente então que, como a parte do homem que o liga diretamente a
Deus ____o Espírito____ (Note Gênesis 2: 7; João 20: 22) necessário se faz que
este suplante a carne, isto é, o nosso corpo físico, a fim de que tudo o que
for realizado por nos quer no âmbito material, quer espiritual, manifestemos
que realmente somos participantes da Natureza divina! (2 Pedro 1: 4)
Um
povo chamado “Cristão”.
“E sucedeu que todo um ano se reuniram naquela
igreja, e ensinaram muita gente; e em Antioquia foram os discípulos, pela
primeira vez, chamados cristãos” Atos 11:26.
O que podemos deduzir do ato de serem os
discípulos chamados de “cristãos”?
No início e também muito depois que os
discípulos de Jesus começaram com a obra de evangelização eles sofreram as mais
severas perseguições que resultou em morte e dispersão. Em Jerusalém Estevão
foi apedrejado até à morte, “E fez-se naquele dia uma grande
perseguição contra a igreja que estava em Jerusalém; e todos foram dispersos
pelas terras da Judéia e de Samaria, exceto os apóstolos”.
(...) “Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra”.
(Atos 8:1, 4) e o que pareceu a princípio ser ponto a favor dos perseguidores, estes da mesma estirpe dos que haviam condenado e crucificado a Jesus, resultou em que as boas novas do Reino de Deus alcançasse outros muito além dos muros de Jerusalém! A obra de evangelização se espalhou pelas terras e chegou a Antioquia e ali foram os discípulos, pela primeira vez, chamados “Cristãos”. ____Foi o meio encontrado por alguém para distinguir os seguidores de Jesus? ____ A nós hoje se dá exatamente assim. Quando se diz que alguém é cristão, é porque não muçulmano, hindu, budista, etc., contudo, podemos ter certeza que no inicio não soou assim. Por quê? Ora, justamente pelo motivo com o qual iniciamos este parágrafo, Perseguição! Podemos assegurar que a última coisa que os opositores do evangelho queriam naquele tempo, era contribuir com qualquer coisa que lhe fosse benéfica. Assim sendo, tenha certeza, chamar os discípulos de “Cristãos” naquele tempo era uma forma pejorativa de se referir a este! Os seguidores de Cristo não eram bem vistos pelos principais dos judeus residentes em Jerusalém, ou pelas comunidades judaicas espalhadas por todo o mundo conhecido daquela época, sendo esses mesmos seus principais e mais ferrenhos opositores. (Atos 13: 50; 17: 5, 6; 25:15) Então, sem sombra de dúvida podemos dizer que serem chamados “Cristãos” era mais uma maneira de rotulá-los, de depreciá-los, que mesmo de dar lhes um designativo que os separasse de qualquer outro grupo religioso de seu tempo. (Pesquise por: Fariseus, Saduceus, Essênios) Contudo parece que o termo veio a calhar, e tornou então comum os discípulos do Senhor serem trados assim. (Atos 26: 28; 1 Pedro 4: 16) Então, com o decorrer dos séculos tornou-se comum que: Cristianismo, ou Cristandade, fosse tido como a “Religião” daqueles que professam seguir os ensinamentos de Jesus. Assim, é digno de nota que o termo “Cristão” foi cunhado sem dúvida por alguém oposto à evangelização, não por Jesus, e nem por qualquer de seus seguidores.
(...) “Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra”.
(Atos 8:1, 4) e o que pareceu a princípio ser ponto a favor dos perseguidores, estes da mesma estirpe dos que haviam condenado e crucificado a Jesus, resultou em que as boas novas do Reino de Deus alcançasse outros muito além dos muros de Jerusalém! A obra de evangelização se espalhou pelas terras e chegou a Antioquia e ali foram os discípulos, pela primeira vez, chamados “Cristãos”. ____Foi o meio encontrado por alguém para distinguir os seguidores de Jesus? ____ A nós hoje se dá exatamente assim. Quando se diz que alguém é cristão, é porque não muçulmano, hindu, budista, etc., contudo, podemos ter certeza que no inicio não soou assim. Por quê? Ora, justamente pelo motivo com o qual iniciamos este parágrafo, Perseguição! Podemos assegurar que a última coisa que os opositores do evangelho queriam naquele tempo, era contribuir com qualquer coisa que lhe fosse benéfica. Assim sendo, tenha certeza, chamar os discípulos de “Cristãos” naquele tempo era uma forma pejorativa de se referir a este! Os seguidores de Cristo não eram bem vistos pelos principais dos judeus residentes em Jerusalém, ou pelas comunidades judaicas espalhadas por todo o mundo conhecido daquela época, sendo esses mesmos seus principais e mais ferrenhos opositores. (Atos 13: 50; 17: 5, 6; 25:15) Então, sem sombra de dúvida podemos dizer que serem chamados “Cristãos” era mais uma maneira de rotulá-los, de depreciá-los, que mesmo de dar lhes um designativo que os separasse de qualquer outro grupo religioso de seu tempo. (Pesquise por: Fariseus, Saduceus, Essênios) Contudo parece que o termo veio a calhar, e tornou então comum os discípulos do Senhor serem trados assim. (Atos 26: 28; 1 Pedro 4: 16) Então, com o decorrer dos séculos tornou-se comum que: Cristianismo, ou Cristandade, fosse tido como a “Religião” daqueles que professam seguir os ensinamentos de Jesus. Assim, é digno de nota que o termo “Cristão” foi cunhado sem dúvida por alguém oposto à evangelização, não por Jesus, e nem por qualquer de seus seguidores.
O
Cristianismo.
Como já vimos anteriormente, e como,
acredito, ficou claro, mesmo que pareça quere reivindicar a ideia de alguém que
é “doutrinado nos ensinamentos de Cristo”, o termo “Cristão”, de onde se deriva
“Cristianismo”, na verdade é usado no sentido de indicar uma “Religião” que
pretende ser “fundamentada nos ensinamentos de Cristo”. Com três ramificações
diferentes, o “cristianismo” se divide em Catolicismo, Protestantismo e igreja
ortodoxa. Contudo, a formas de crenças não diferem muito entre si, embora
algumas “variáveis”. Por exemplo, se o ensinamento sobre “purgatório”, é aceito
por um ramo, por outro não é, e há divergências sobre a suposta ascensão de
Maria ao céu. Por outro lado, a vida após a morte é um ensinamento comum às
três ramificações.
O Cristianismo se difundiu
grandemente pela Ásia, Europa e África. (1 Coríntios 16: 19; Atos 2: 10;
Romanos 15: 24, 28)A “Religião” cresceu tanto que, no ano de 313, o imperador
Constantino concedeu aos cristãos liberdade de culto; e em 392, foi considerada
a religião oficial do Império Romano.
Falsidades
e apostasia. ____Onde
começou?
O apóstolo asseverou por varias vezes
que entre os discípulos do Senhor se infiltraria daqueles que primariam
meramente pelo poder, por dominar sobre o rebanho de Cristo. Na sua ultima
viagem à Ásia, tendo reunido os anciãos em Mileto, entre outras exortações ele
alertou: “Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o
Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que
ele resgatou com seu próprio sangue. Porque eu sei isto que, depois da minha partida,
entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho; E que de
entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para
atraírem os discípulos após si”.
(Atos 20:28-30)
(Atos 20:28-30)
Houve um ponto na
historia onde a “Igreja” liderada por homens ávidos de poder e principalmente
esquecidos das palavras de Jesus no evangelho de João 17 versículo 16, se aliou ao estado e, a mesma Igreja que antes
era odiada e perseguida, tornou-se a “religião” do Império romano e, por
conseguinte adquiriu poder. Não aquele poder prometido por Jesus e registrado
no evangelho segundo Lucas capitulo 24 versículo 49, poder com o qual os
discípulos seriam capacitados para dar testemunho de Jesus, mas um poder meramente
carnal, mundano, carregado de crueldade. Enquanto que o poder prometido por
Cristo capacitava para a obra de fazer discípulos entre outras coisas, como a
operação de milagres, (1 Coríntios 12: 6-11) o poder proporcionado pela
coalisão “Igreja-Estado” promovia o terror. A liberdade de fé não era tolerada
e os povos conquistados eram forçados a se “converterem” a peso de artifícios
bem convincentes porem alienados da pureza daquele evangelho anunciado por
Pedro do dia de Pentecostes em Jerusalém, logo depois da morte de Jesus, cuja
mensagem levou três mil almas aos pés do Senhor e cujo teor é como segue:
“Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze,
levantou a sua voz, e disse-lhes: Homens judeus, e todos os que habitais em
Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras. Estes
homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo a terceira hora do dia.
Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel:
E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos sonharão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão;
E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo. O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor; E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela; Porque dele disse Davi: Sempre via diante de mim o Senhor, Porque está à minha direita, para que eu não seja comovido;
Por isso se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; E ainda a minha carne há de repousar em esperança; Pois não deixarás a minha alma no inferno, Nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção; Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; Com a tua face me encherás de júbilo. Homens irmãos, seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura. Sendo, pois, ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono, Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção.
Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.
De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis.
Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio diz: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, Até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés.
Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos?
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;
Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.
De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas”, (Atos 2: 14-41)
E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, Que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; E os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, Os vossos jovens terão visões, E os vossos velhos sonharão sonhos; E também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e as minhas servas naqueles dias, e profetizarão;
E farei aparecer prodígios em cima, no céu; E sinais em baixo na terra, Sangue, fogo e vapor de fumo. O sol se converterá em trevas, E a lua em sangue, Antes de chegar o grande e glorioso dia do Senhor; E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Homens israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, homem aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis; A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos; Ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela; Porque dele disse Davi: Sempre via diante de mim o Senhor, Porque está à minha direita, para que eu não seja comovido;
Por isso se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; E ainda a minha carne há de repousar em esperança; Pois não deixarás a minha alma no inferno, Nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção; Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; Com a tua face me encherás de júbilo. Homens irmãos, seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi, que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura. Sendo, pois, ele profeta, e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono, Nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no inferno, nem a sua carne viu a corrupção.
Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.
De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis.
Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio diz: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, Até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés.
Saiba pois com certeza toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo. E, ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração, e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, homens irmãos?
E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do Espírito Santo;
Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe, a tantos quantos Deus nosso Senhor chamar. E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.
De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas”, (Atos 2: 14-41)
Ao se aliar ao estado, o
poder e as riquezas que a “Igreja” adquiriu eram enormes “Na Idade Média, a Igreja Católica ____que
reivindica ser a “Igreja” de Jesus Cristo”
____dominava o cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a “Igreja” influenciava o modo de pensar, a psicologia
e as formas de comportamento. “A igreja também tinha grande poder
econômico, pois possuía terras em grande quantidade e até mesmo servos
trabalhando”. Nesse
contexto, dogmas e ensinamentos estranhos aos deixados por Jesus foram
instaurados e pode-se dizer que “o joio contaminou a lavoura de trigo”. (Mateus
13: 24, 25) (Pesquise Dogmas do
Catolicismo)
Um pouco de história
No século XI, dentro do contexto histórico da expansão árabe, os muçulmanos conquistaram a cidade sagrada de Jerusalém. Diante dessa situação, o papa Urbano II convocou a Primeira Cruzada (1096), com o objetivo de expulsar os "infiéis" (árabes) da Terra Santa. Essas batalhas, entre católicos e muçulmanos, duraram cerca de dois séculos, deixando milhares de mortos e um grande rastro de destruição. (Fonte: Sua Pesquisa)
Através do pequeno trecho
histórico acima podemos notar que aquilo que antes era uma questão de escolha,
passa se tornar objeto de desculpa para se pegar em armas. A “igreja” é agora
contra a liberdade de crença e entra em questões que não lhe dizem respeito,
indo contra ensinamentos das Escrituras Sagradas, para não dizer contra todos
os princípios de quem diz basear nos conceitos de Deus a sua conduta. A fé é
agora objeto de imposição e não de escolha. Contudo, não queremos aqui entrar
nesse mérito, pois se ousássemos destacar o lugar ocupado pela “Igreja” em
muitas barbáries cometidas durante a inquisição onde as pessoas eram torturadas
por qualquer motivo que a “Igreja” considerasse herético, faltaria tempo e
espaço para tal, sem contar que acabaríamos por nos entediar com a extensão do
assunto. Contudo, não poderíamos deixar de expor aqui, pelo menos uma
“pitadinha” daquilo que historiadores têm registrado de alguns dos
acontecimentos. E então, como segue ____A Inquisição,
ou Santa Inquisição foi uma espécie de tribunal religioso
criado na Idade Média para condenar todos aqueles que eram contra os dogmas
pregados pela Igreja Católica.
Fundado pelo Papa Gregório IX, o Tribunal do Santo
Ofício da Inquisição mandou para a fogueira milhares de pessoas que eram
consideradas hereges (praticante de heresias; doutrinas ou práticas contrárias
ao que é definido pela Igreja Católica) por praticarem atos considerados
bruxaria, heresia ou simplesmente por serem praticantes de outra religião que não o catolicismo.
A verdade é que embora o apogeu da Inquisição tenha
se dado no século XVIII, as perseguições aos hereges pelos católicos, têm
registros bem mais antigos. No século XII os “albigenses” foram massacrados a
mando do Papa Inocêncio III que liderou uma cruzada contra aqueles que eram
considerados os “hereges do sul da França” por pregarem a volta da Igreja às
suas origens e a rejeição a opulência da “Igreja” da época.
Em 1252, a situação que já era ruim, piora. O Papa
Inocêncio IV publica um documento, o “Ad Exstirpanda”, onde autoriza o uso da tortura como
forma de conseguir a conversão. O documento é renovado pelos papas
seguintes reforçando o poder da Igreja e a perseguição.
A Inquisição tomou tamanha força que mesmo os
soberanos e os nobres temiam a perseguição pelo Tribunal e, por isso, eram
obrigados a ser condizentes. Até porque, naquela época, o poder da Igreja
estava intimamente ligado ao do estado.
Mais terrível que qualquer episódio da história
humana até então, a Inquisição enterrou a Europa sob um milênio de trevas
deixando um saldo de incontáveis vítimas de torturas e perseguições que eram
condenadas pelos chamados “autos de fé” – ocasião em que é lida a sentença em
praça pública. (fonte: Info Escola)
Os alicerces da “Reforma Protestante”
Diante das
atrocidades praticadas por aqueles que se professavam representantes de Deus,
não é de admirarmo-nos que as pessoas passassem a ver seu Criador como alguém
cruel e implacável cuja obediência era exigida, e os métodos para consegui-la,
os mais cruéis que se podia imaginar. Com isso, Deus não é mais alguém amoroso
que perdoa graciosamente os pecados. (João 5: 1) Ele se torna alguém que exige
sacrifícios. Como se o Sacrifício de seu amado filho Jesus não fosse bastante
suficiente para redimir os homens, a “Igreja” passa a cobrar uma taxa dos
cristãos para que seus pecados sejam perdoados ____ época em que Martinho Lutero se revolta, é excomungado pelo Papa, e
onde se irrompem os movimentos de reforma (?).
E o
interessante de tudo é que o apóstolo Pedro profetizara sobre certos
acontecimentos no meio dos cristãos, que denotaria um tempo de desvio da
verdadeira fé.
“E por avareza farão de vós negócio com
palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a sentença,
e a sua perdição não dormita”. 2
Pedro 2:3
Mas, o verdadeiro interesse aqui não é
narrar o que milhares de competentes historiadores já o fizeram. E nem
incriminar quaisquer religião que seja, por qualquer mal ou atrocidade cometida
contra quem quer que seja. Isto ___eu posso garantir ___está registrado para
memória diante de Deus, “E não há criatura alguma encoberta
diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com
quem temos de tratar. (Hebreus 4:13)
E é Ele quem dará a cada um o seu galardão conforme a sua obra. (Apocalipse 22:
12) O objetivo exato desse estudo é, na verdade, apresentar Deus como as
Escrituras Sagradas o descreve, seus propósitos e como pode ser visto em tudo o
que foi criado por Ele!
Sem querer ter a pretensão de promover
um “resgate de Deus”, a próxima parte desse estudo quer, não menos do que já
foi feito até aqui, levar o leitor para dentro das Escrituras Sagradas e
apontar as ações do Criador e que relação teve seus grandiosos atos do passado
com o que pretende para o futuro eterno dos homens. Com uma analise, ainda que um
tanto quanto superficial, do mundo ao redor, procurará destacar a realidade de
Deus e a impossibilidade de que uma existência tão complexa; tanto a nossa
quanto a de tudo que nos cerca, pudessem surgir por acaso como o pregam os
defensores do evolucionismo. Assim sendo, oro ao Pai das luzes para que abra os
entendimentos e revele a sua Verdade aos corações ávidos por conhecimento
verdadeiro. Até aqui passamos pelos pontos principais com relação à existência
dos homens e o modo com que Deus tem agido ao longo das eras com o objetivo de
reconduzir-nos ao estado de comunhão com Ele. Vimos que, longe que quererem
instituir “Religiões” em oposição a qualquer outro tipo de forma de crença
existente, tanto o Criador; quanto seu filho e Messias enviado ao mudo, tiveram
como único e singular propósito, ao estabelecer formas de ensinos e cultos,
levar os homens à sabedoria que é segundo o Divino, querendo que a humanidade
ande pela justiça e seja conduzida a um estado de graça e comunhão plenos com
sua origem, Deus! Se houve desvios; se houve a proliferação de dúvidas e
doutrinas obscuras no que tange as coisas espirituais, tais percalços não se
originam de Deus, nem de seu filho Jesus. “Toda a boa dádiva e todo o dom perfeito
vem do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de
variação”. (Tiago 1: 17)
III
“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor; a sua
saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia
que rega a terra”. Oséias
6:3
יהוה
Um
Nome ligado a um grandioso propósito.
“Jeová é uma tradução do nome de Deus em
português que tem sido usada por séculos. Embora alguns eruditos prefiram a
forma “Javé”, Jeová é a forma mais amplamente reconhecida do nome. A primeira
parte da Bíblia não foi escrita em português, mas em hebraico, um idioma que se
lê da direita para a esquerda. Nessa língua, o nome divino aparece na forma de
quatro consoantes, יהוה. Esses quatro caracteres hebraicos — transliterados YHWH —
são conhecidos como Tetragrama” *.
Como no
hebraico antigo não se usava vogais na escrita, infelizmente a verdadeira
pronuncia do nome de Deus se perdeu com o tempo. Como outro agravante, não se
sabe se por zelo ou má interpretação do mandamento dado por Moisés que diz ____“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão;
porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (Êxodo 20:7 ) ____Os antigos israelitas se resguardavam de pronuncia-lo exceto nas
ocasiões que consideravam adequadas. Desse modo as gerações subsequentes dos filhos
de Israel quer por esse fato em especial, mencionado, quer pela sucessão de
exílios sofridas, (Salmo 137: 1-4; 2Reis 15: 29) pouco a pouco perderam a forma
correta de pronunciar as quatro consoantes que formam o nome Divino. Entretanto
esse detalhe um tanto quanto lamentável, nada nos exime da culpa de ignorar Deus,
ou de nos negar a conhecê-lo, sendo que ele por si mesmo se apresenta a nós
através da grandiosidade de sua criação e por meio de sua palavra contida na
bíblia.
Mas como conhecer alguém cujo nome nem sabemos
exatamente?
Um nome,
não obstante ser de grande importância, devido fazer parte da identidade de
alguém, é, de fato, apenas um nome. Destarte, o que faz um nome de verdade são
as ações, a conduta e o caráter de alguém. No que diz respeito ao Criador dos
céus e da terra, há evidencias mais que suficientes de suas maravilhosas ações através
da historia dos homens sobre a terra, ações que revelam seu grande poder, sua
misericórdia, sua personalidade e amor incomparáveis. Contudo, quando falamos
de ações praticadas por Deus, é claro que se excetuam as tragédias ocorridas no
mundo, cujas causas não se originam no Criador. Os atos de Deus em qualquer
época e circunstância visa revelar à humanidade que Ele está atento e se
importa. Ainda que nosso Criador fosse o autor das catástrofes que dizimam
homens em muitos lugares do mundo, ainda assim não poderia ser considerado
injusto ou cruel, haja vista termo-nos alienado deste, sendo ignorantes quanto
à sua realidade e propósitos. Ainda que o Criador desembainhasse uma espada
para com ela nos despedaçar, mesmo assim seria justo e suas ações de amor para
conosco, jamais reputadas como sendo nada. Se assim se desse, será que então
não o reconheceríamos e amaríamos, fazendo exatamente como este requer de nós?
As Escrituras Sagradas e o registro sobre Deus.
Quando
nos voltamos para o âmbito das Escrituras Sagradas procurando trilhar os
meandros de sua narrativa, descobrimos quem é o verdadeiro Deus. Nas primeiras
palavras, do primeiro livro da Sagrada narrativa que se inicia com o relato
sobre origem das coisas, diz que “No
principio criou Deus o céu e a terra”. (Gênesis 1: 1) Aqui encontramos Deus como a origem; o
principio de tudo. Encontramos Deus como o Criador de todas as coisas. Nos
versículos subsequentes as Escrituras narram em detalhes o tempo em que cada
coisa foi criada e como Deus analisou o seu resultado final. Por exemplo, em
gênesis 1: 10, na parte final do versículo lemos ____ “... e viu Deus que era bom”. O que podemos concluir disso? ____
Que o Criador, Jeová, nada fez sem propósito, mas como um que constrói uma bela
casa para satisfação pessoal e familiar, Ele fez tudo para sua satisfação e a de
suas criaturas inteligentes (Jó 38: 4-7). Assim, vemos um Deus empenhado em
construir algo com o que pudesse se alegrar e achar contentamento. Donde
percebemos que Ele é um Ser real e não apenas uma “ideia” ou um “lugar” para
onde fogem os desvalidos a fim de achar alivio para seu desencanto e desespero.
Na narrativa da criação podemos divisar o caráter empreendedor de Deus, e
acredito que aqui começa a ficar claro para nós o que significa a passagem
bíblica onde está escrito ____ “Façamos o
homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança”. (Gênesis 1: 26)
“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse
mais: Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”. Êxodo 3: 14
Com um
grandioso significado, o nome Jeová remete à ideia de alguém que
indiscutivelmente “É”. Ou seja, cujo principio e fim não existem e cujo limite
de tempo é a eternidade! Ao se identificar como “Eu Sou”, Deus declara que ele
não precisa ser explicado quando suas grandes obras falam por si mesmas e dão
testemunho de sua gloria. (Salmo 19: 1) Se um agente da lei, ou qualquer que
preste serviços exercendo autoridade pública nos interpelar, das primeiras
coisas que vamos querer saber é se o interpelando possui algum documento que
ateste sua delegação como autoridade. No que diz respeito a Deus, apenas
precisamos saber que “Os céus declaram a
glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. Um dia
faz declaração a outro dia, e uma noite mostra sabedoria a outra noite. Não há linguagem nem fala onde não se ouça a sua voz”.
(Salmos 19:1-3) Contudo, vamos
adentrar alguns passos a mais para além do véu, para que possamos vislumbrar um
pouco mais da glória Daquele que vive pela eternidade!
Infelizmente
por causa de sua presunção, os homens têm inventado formas grotescas de
explicar a própria existência. Deve-se isto a algum erro de interpretação das
Escrituras Sagradas? Infelizmente não. Digo infelizmente, porque se fosse esse
o caso, tal poderia ser reajustado apenas se os homens procurassem fazer um
reexame dos fatos, tendo a mente aberta e no coração o desejo sincero de
conhecer seu Criador. Mas não é esse o caso. A verdade é que diante da própria
incredulidade e superfluidade, estes reputam a si mesmos com sendo objeto de
uma absurda ideia de evolução cujo escopo está mais para confundir, que
explicar a “origem das espécies”. Não entendem que a explicação da existência
não reside em ideias mirabolantes, mas na simplicidade da fé. “Pela fé entendemos que os mundos pela palavra
de Deus foram criados; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente”. (Hebreus 11:3) Pela fé
entendemos a existência e vemo-la tendo como ponto de partida Deus, (Apocalipse
22: 13) que teve como ingrediente principal a sua Palavra. “Porque falou, e foi
feito; mandou, e logo apareceu”. (Salmos 33:9)
O Mundo e os que nele habitam.
“E disse Deus: Haja luz; e houve luz”. Gênesis
1:3
O livro
de Gênesis aponta as origens do céu e da terra e apresenta um quadro maravilho
daquilo que Deus em principio planejou para os homens: Uma vida de delicias no
paraíso! “E plantou o Senhor Deus um jardim no Éden, do
lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado”. (Gênesis
2:8)
Em seus
atos criativos Deus se revela como engenhoso idealizador, arquiteto e criador
de organismos complexos aos quais, o homem, nem se viver uma eternidade, jamais
conseguirá desvendar e explicar.
Como
primeiro item na lista das coisas criadas aparece a Luz. Mas o que é a luz? É
ausência de escuridão ____alguém responderia de imediato. Porem, ao invés de
satisfazer ao inquiridor, só faria apresentar outra pergunta: E o que é a
escuridão? A ausência de luz? De fato não se pode explicar a luz do mesmo modo
que não se explica seu originador, nem se pode explicar a escuridão, como não
se explica aquele que a fez expulsar ao criar a luz. Assim sendo, o que podemos
fazer é concordar com o modo com que o próprio Deus distinguiu a luz e as
trevas. “... E Deus chamou à luz
Dia; e às trevas chamou Noite...” (Gênesis 1:5)
No ato de
criar os céus e a terra, (Gênesis 1: 1) revela-se o imensurável poder de Deus.
Como não temer diante de tamanha grandeza? Como não nos curvarmos diante de tal
Soberano e honra-lo com tributos de louvor? Aleluia! Por que os homens ainda se
mantêm distantes e fazem-se como cegos e surdos ao que a criação proclama a
respeito de seu Criador? (Salmo 19: 1-4) Deveras a dureza de seu coração o leva
à derrocada e o fazer-se de cego o fara cair num abismo escuro de perdição!
“Do SENHOR é a terra e a sua plenitude, o mundo
e aqueles que nele habitam”. Salmos
24:1
Digamos
que o leitor seja dono de uma bela propriedade que construiu com as próprias
mãos, na qual empregou tempo de planejamento, investiu valores altíssimos e
regou-a com seu suor até que estivesse completamente adornada, após o que
arrendou a alguém e partiu para muito longe. Entretanto, acontece que passados
muitos anos volta e encontra a bela propriedade que deixara ao partir, agora
completamente arruinada, com seu jardim tomado por ervas daninhas, a pintura
destruída, sua cobertura fazendo goteiras, os belos vitrais destruídos, enfim,
toda em estado deplorável. Qual será a sua reação? Se você se sentiu mal apenas
em ler o trecho acima e imaginar o antes e o depois daquela propriedade, saiba
que é exatamente assim que Deus se sente com relação à sua bela propriedade que
adornou amorosamente e deu aos homens como moradia. Sim porque “Os céus são os céus
do Senhor; mas a terra a deu aos filhos dos homens”. (Salmos 115:16) Diante disso, o que está disposto a
fazer em contribuição para melhorar o aspecto da bela propriedade de Deus, que
inclui você?
A dádiva do livre-arbítrio.
Conquanto
nossas obrigações e deveres com relação a Deus, não fomos feitos robôs. Livres
que somos para escolher, podemos tomar decisões, ser ou fazer o que bem
quisermos. Contudo, será proveitoso para nós que escolhamos o que é justo, “Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e
até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau”. (Eclesiastes 12: 14)
Manifestando
o seu cuidado com relação ao homem feito à sua imagem e semelhança, ao
providenciar-lhe uma companheira, Deus acrescenta o de dar a este a
oportunidade de demonstrar qual a sua posição em toda a grandiosidade criada. A
justiça de Deus entra em ação. Nesse ponto ele deixa claro que o homem precisa
ser voluntario em seus atos, deixa claro que este pode escolher. Que Deus Glorioso! Mesmo sendo o dono e
Senhor sobre todas as coisas, não quer interferir no livre-arbítrio com o qual suas
criaturas inteligentes foram criadas! ____ Outra vez mais um pouco de luz recai
sobre o que significa ser criado à imagem e semelhança dos Seres celestiais!
____ Do mesmo modo que Deus seguiu o “conselho de sua vontade” ao criar todas
as coisas, o homem feito à imagem e semelhança de Deus, também podia seguir o
conselho de sua vontade em questões de escolhas, direções a seguir e empreender.
(Efésios 1: 11) Então foi lhe dito por Deus ____ “De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do
conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela
comeres, certamente morrerás”. Gênesis 2: 16-17
Estaria
Deus restringindo a liberdade do homem?
Em um primeiro momento talvez pareça ter
soado como uma restrição. Mas, quando analisado à luz do amor de Deus
demonstrado em seus tratos com suas criaturas, percebe-se que era um conselho,
uma “dica”, como diríamos em termos mais populares. Aquelas palavras de Deus ao
primeiro homem sobre a terra, eram um alerta, e também uma questão a ser
respondida: “De que lado ele ficará nesse
mandamento”? Mas alguém perguntaria: “Não
foi um ato premeditado de Deus, já que ele sabia que o homem poderia cair na
tentação”? ____Por que é que um professor aplica uma prova a seus alunos
mesmo sabendo que podem não serem capazes de acertar, de serem bem sucedidos
nas questões? ____Respondo: Porque ele precisa dar-lhes a oportunidade de
demonstrarem quem são em matéria de conhecimentos, se são capazes de se
sobressaírem a um desafio proposto. E, ainda, do mesmo modo que em um simples
teste escolar um aluno pode ser induzido ao erro em uma questão por dar ouvidos
a algum colega “bem intencionado”, o primeiro homem, cujo nome na bíblia é
Adão, acabou por ser induzido ao erro ao dar ouvidos à sua mulher sobre o comer
do fruto da árvore apontada por Deus como sendo prejudicial. (Gênesis 3: 6) Ao
ouvir sua mulher Eva sobre o “valor” do fruto da tal árvore sobre a qual Deus o
alertara, Adão fez uso de sua liberdade de escolha, mas causando uma catástrofe
colossal trazendo, por seu ato, a morte sobre si e consequentemente sobre todos
os que viessem depois dele, obviamente, sua descendência, que por natureza
herdam o pecado. “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo,
e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso
que todos pecaram”. (Romanos 5: 12)
A
justiça de Deus em ação.
Por ter escolhido mal e decidido agir
contra a palavra de Deus, o primeiro casal humano agora precisava receber a
punição por seu ato. Interrogados pelo criador, os principais envolvidos, Adão
e Eva procuraram apontar aqueles a quem julgavam culpados. O homem apontou sua
mulher. A mulher apontou a serpente, que por sua vez não teve a quem acusar,
mas a verdade era que todos tinham a sua parcela de culpa naquele
julgamento. E cada um recebeu a sentença
que cabia à sua culpa.
Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto,
maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre
o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida. E porei inimizade
entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a
cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar. E à
mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor
darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de
tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela,
maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua
vida. Espinhos, e cardos também, te
produzirão; e comerás a erva do campo. No
suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela
foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. (Gênesis 3: 14-19)
Depois de tudo isso o Senhor Deus
os expulsou do jardim para a hostilidade de um mundo estranho fora do jardim
onde viviam; mundo onde teriam que literalmente cavar a sua própria
subsistência. (Gênesis 3: 23) A partir
de então, todos os males da humanidade se devem a esse ato voluntario do
primeiro casal humano. As guerras as enfermidades, as tragédias humanas em toda
a sua plenitude e em todas as épocas, remontam àquele fatídico dia em que Adão
tomou a decisão de querer ser igual a
Deus, saber o que era bom e o que era mau. (Gênesis 3: 4,5)
O
Amor de Deus se manifesta em uma grande promessa!
Havendo Adão descaído de sua
privilegiada posição de comunhão plena com Deus ______ pois é isso que aquele jardim representa
(compare: Gênesis 3: 8; Mateus 26: 36) ____
agora seu fim seria a morte. (Genesis 3: 19) O que Deus poderia fazer
para mudar aquela realidade dura e triste a que ficara sujeito Adão e, por
conseguinte sua descendência depois dele? Deixaria o Criador, agora, toda a sua
criação à mercê da dura expectação do que o pecado produziu, ou faria algo a
respeito a fim de desfazer o mal causado pela desobediência de Adão?
A
promessa!
“Então o Senhor Deus disse à serpente:
Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os
animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua
vida. E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua
semente e a sua semente; esta te ferirá
a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar”. Gênesis 3: 14-15 (compare com Apocalipse 20: 2)
Como
uma obra do diabo, “... porque o
diabo peca desde o princípio...”. (1 João 3:8) O
pecado precisava ser desfeito e com ele as suas consequências. Adão já não mais
podia ser pivô de uma mudança que solucionasse o problema, nem podia este gerar
uma descendência livre de culpa, devido ter sido ele o caminho pelo qual o
pecado entrara no mundo e por este a morte. (Romanos 5: 12) Com isso somente
uma Semente pura e imaculada, sem pecado poderia resolver essa questão. Outro “Adão”! “Assim
está também escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito em alma vivente; o
último Adão em espírito vivificante”. (1 Coríntios 15:45)
“Quem comete o pecado é do diabo; porque o
diabo peca desde o princípio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para
desfazer as obras do diabo”. (1 João 3:8)
Como promessa de Deus, para reconduzir o
homem a seu Criador, (2 Coríntios 5: 19) Jesus tinha ainda a missão de subjugar
todos os seus inimigos. Na promessa contida em Gênesis 3: 15, diz que Jesus
esmagaria a cabeça da serpente. (Note apocalipse 20: 2) Esta passagem bíblica
predizia que Jesus venceria o diabo. Que o subjugaria sob seus pés. Que isto é
verdade, pode ser visto nos evangelhos. Jesus dá muitas e maravilhosas
demonstrações de poder sobre os demônios, quando os faz sair das pessoas
possuídas por este. E, sem parar por ai, Jesus venceu o diabo lá no deserto
quando foi tentado; venceu o diabo ao cumprir sua trajetória até o calvário
onde foi imolado em sacrifício pelos pecados da humanidade. (Compare Mateus 16:
23) Ao ressuscitar dentre os mortos, Jesus venceu a morte e em breve a
subjugara para sempre! “Ora, o último inimigo que há de ser
aniquilado é a morte”.(1 Coríntios
15:26) E finalmente, a humanidade que crer no sacrifício expiatório de
Cristo, crendo nele de todo o coração, enfim será livre! “E Deus limpará de seus
olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor;
porque já as primeiras coisas são passadas”. (Apocalipse 21:4;
Isaias 25: 8 ) Quando Jesus começar a reinar como descendência de Davi,
sobre o trono do Reino de Deus ____“Porque convém que reine até que haja
posto a todos os inimigos debaixo de seus pés”. (1 Coríntios 15:25)
____como último inimigo, a morte deixará de existir, porque o sacrifício de
Jesus terá de uma vez para sempre sido aplicado sobre os homens, “tirando o
pecado do mudo”. (João 1: 29) Aleluia!
Que essa libertação venha logo senhor Jesus!
“Bem-aventurado
aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta profecia, e guardam as coisas
que nela estão escritas; porque o tempo está próximo”. Apocalipse 1:3
Conhecer
para crer.
“Filho
meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos,
Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento;
Se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz, Se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, Então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Escudo é para os que caminham na sinceridade, Para que guardem as veredas do juízo. Ele preservará o caminho dos seus santos. Então entenderás a justiça, o juízo, a equidade e todas as boas veredas. Pois quando a sabedoria entrar no teu coração, e o conhecimento for agradável à tua alma, O bom siso te guardará e a inteligência te conservará”; Provérbios 2:1-11.
Para fazeres o teu ouvido atento à sabedoria; e inclinares o teu coração ao entendimento;
Se clamares por conhecimento, e por inteligência alçares a tua voz, Se como a prata a buscares e como a tesouros escondidos a procurares, Então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria; da sua boca é que vem o conhecimento e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos. Escudo é para os que caminham na sinceridade, Para que guardem as veredas do juízo. Ele preservará o caminho dos seus santos. Então entenderás a justiça, o juízo, a equidade e todas as boas veredas. Pois quando a sabedoria entrar no teu coração, e o conhecimento for agradável à tua alma, O bom siso te guardará e a inteligência te conservará”; Provérbios 2:1-11.
“O conhecimento de Deus redunda em paz e
tranquilidade, pois liberta o homem de crendices prejudiciais que mais produzem
medo que benefícios”.
Geraldo Ribeiro
Em seus tratos com os homens, o real
objetivo de Deus sempre foi reconduzi-lo ao caminho da justiça, quando aplicou
a sua lei de maneira mais drástica jamais quis ser cruel, como a principio
poderíamos conjecturar, agindo pura e simplesmente dentro da medida de sua reta
Justiça. “Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que
recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho
há a quem o pai não corrija? Mas, se
estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então
bastardos, e não filhos. Além do que,
tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os
reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para
vivermos? Porque aqueles, na verdade, por
um pouco de tempo, nos corrigiam como bem lhes parecia; mas este, para nosso proveito,
para sermos participantes da sua santidade”. (Hebreus 12:6-10)
Vejamos:
Nunca devemos perder de vista que o
pecado e as consequências advindas deste, não passam do que é, na verdade, o
maléfico fruto da decisão tomada por nossos primeiros pais, Adão e sua esposa
Eva, ou seja, a decisão de ir na contra mão do justo mandamento de Deus. Assim
sendo jamais poderemos atribuir a nosso Pai celestial, nosso criador, qualquer
dificuldade por que estivermos passando ou qualquer calamidade a que venhamos
sofrer. (Jó 1: 22) Antes disso devemos olhar para trás e fazermos as contas do
que devemos para que talvez assim então, quem sabe, possamos acha uma razão
para queixa.
Não obstante haver Deus criado o homem
com livre arbítrio, não vem ao caso deixa-lo agir a seu bel-prazer sem que
receba a retribuição justa que caiba a qualquer ato seu que esteja em questão. Imagine-se
em um tribunal, onde há um juiz, um promotor, advogados, um júri e muitos
espectadores, estes últimos, que vieram para assistir o desenrolar do
julgamento de alguém. Ali, testemunhas são ouvidas, provas são apresentadas, e
acusadores e defensores de digladiam entre si pela condenação ou absolvição do
réu. Por que ele está ali? Obvio é que por algum suposto ato de transgressão da
lei. Inocente ou culpado, o fato é que o tal será julgado e com base nas
evidencias e argumento dos advogados poderá sair livre ou ser lançado na
prisão. Ele, o réu em julgamento, poderia ter escolhido não estar ali, de
cabeça baixa, sem poder argumentar, e apenas a ouvir aquilo que dele é falado?
Com toda a certeza, sim! Não são raras as situações em que decisões tomadas
tenham primeiro, sido pensadas, remoídas e analisadas até que chegue à
consumação. É verdade que o bem e o mal andam lado a lado no mundo e que os
homens são perseguidos dia e noite pela tentação do que é incorreto, ficando
deveras difícil escolher entre um e outro, principalmente, se fazer o que é
errado produzir rápida auto gratificação, com toda certeza a sedução será muito
mais difícil de suportar, e o homem acabará por se deixar levar. De fato, “Acho
então esta lei em mim, que, quando quero fazer o bem, o mal está comigo”. (Romanos 7: 21)
Conquanto a ilustração acima, nós ainda não estamos em um tribunal, mas com
todo certeza nos acharemos em um algum dia. Não um tribunal terreno onde a lei
pode ser aplicada erroneamente, condenando inocentes, mas no tribunal de
Cristo. “Porque todos devemos comparecer ante o tribunal de Cristo,
para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou
mal”. (2 Coríntios 5:10)
Diante disso, o que estamos dispostos a fazer? Andaremos pela lei de Deus, ou
segundo nossas próprias escolhas? Ao contrario daquilo que alguém possa pensar,
as leis de Deus são para o bem daqueles que o amam, protegendo-os por lhes
mostrar o caminho certo a seguir, caminho esse que sem dúvida segue direto para
o trona da majestade Divina e para a salvação. “A lei do Senhor é
perfeita, e refrigera a alma; o testemunho do Senhor é fiel, e dá sabedoria aos
símplices”. (Salmos 19:7)
“Porque esta palavra não vos é vã, antes é a
vossa vida; e por esta mesma palavra prolongareis os dias na terra a qual,
passando o Jordão, ides a possuir”. Deuteronômio 32:47
O
Diluvio ____Um
exemplo de aplicação da justiça de Deus.
E aconteceu que, como os homens começaram a
multiplicar-se sobre a face da terra, e lhes nasceram filhas, Viram os filhos
de Deus que as filhas dos homens eram formosas; e tomaram para si mulheres de
todas as que escolheram. Então disse o Senhor: Não contenderá o meu Espírito
para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão
cento e vinte anos. Havia naqueles dias gigantes na terra; e também depois,
quando os filhos de Deus entraram às filhas dos homens e delas geraram filhos;
estes eram os valentes que houve na antiguidade, os homens de fama.
E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor.
Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus. E gerou Noé três filhos: Sem, Cão e Jafé.
A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência. (Gênesis 6:1-11)
E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente.
Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra e pesou-lhe em seu coração. E disse o Senhor: Destruirei o homem que criei de sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; porque me arrependo de os haver feito. Noé, porém, achou graça aos olhos do Senhor.
Estas são as gerações de Noé. Noé era homem justo e perfeito em suas gerações; Noé andava com Deus. E gerou Noé três filhos: Sem, Cão e Jafé.
A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência. (Gênesis 6:1-11)
Do mesmo modo que no jardim do Éden por
ocasião da transgressão de Adão, de novo encontramos razões para que a reta
justiça de Deus recaia como pena sobre a humanidade antediluviana ____A terra estava corrompida e cheia de
violência e isso pesou no coração de Deus, causando que se arrependesse de
haver feito o homem sobre a terra. Resolvido a destruir o homem da
superfície da terra, Deus encontrou Noé. Um homem cujos princípios agradaram a
Ele, o que fez com que achasse uma medida de favor que redundou lhe em
salvação, e com isso a perpetuação da humanidade sobre a terra. (Gênesis 6: 18)
Desse ato de Deus em conceder salvação a
Noé e sua família e, por conseguinte permitir que os homens continuassem sobre
a terra, tira-se uma bela lição de amor e misericórdia gloriosos. Deus exerce
sua justiça julgando uns para destruição e outros para salvação. Não seria este
um maravilhoso motivo para que o amassemos, engrandecêssemos e glorificássemos
por escolher andar com Ele, ainda que isso nos custasse a própria vida sobre
esta terra? É claro que sim, não obstante ser muito mais glorioso amarmos a
Deus não pelo que Ele faz, mas pelo que Ele é!
Ao julgar aqueles que viveram anterior
ao dilúvio, Deus demonstrou que não coaduna com a injustiça. Isso vem provar
para nós que Deus é Santo e Justo, que para agradarmo-lo é necessário que
escolhamos o caminho da retidão, justiça e santificação. “Porque esta é a vontade
de Deus, a vossa santificação...” (1 Tessalonicenses 4:3 ) Ao prover que Noé fosse salvo, Deus
provou que quer o bem dos homens. Mas, será que ele fez isso a Noé porque ele
era diferente de nós? Não! Noé era um homem semelhante a qualquer outro e,
portanto sujeito às mesmas imperfeições a que estamos. O que atesta a Palavra
de Deus a respeito de Noé, é que “andava
com Deus” (Gênesis 6: 9) O que isso quer dizer? Como Noé andava com Deus? Isso
se dava pelo fato de Noé ser homem que levava em conta o ponto de vista de Deus
sobre suas ações, que ele escolhia aquilo que era puro aos olhos de Deus,
entretanto ser da mesma essência que os demais homens. (Note Tiago 5: 17)
Este é o Deus que todos precisam conhecer.
Deus Justo e salvador. (Isaias 45:
21) Veja: Êxodo 34: 7
“Ouvi a palavra do SENHOR, vós filhos de
Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra; porque na
terra não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus”. Oséias 4:1
O
conhecimento de Deus.
É bom que se esclareça que o
conhecimento de Deus não é algo que advém de cursos em faculdades de ensinos,
sejam estes seculares ou teológicos. Por este ultimo quando muito,
conseguiremos falar sobre termos complicados que mais confundirão que
esclarecerão ao ouvinte leigo. De fato, como já vimos no início desse livro, o
conhecimento de Deus vem de um permanente, real e estreito relacionamento com
Ele, conseguido através de se filho Jesus ____ “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre
Deus e os homens, Jesus Cristo homem”. 1
Timóteo 2:5. ____ Adicionado a isso a observação, através de
nossas faculdades racionais, das coisas criadas. “Porque as suas coisas
invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua
divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas,
para que eles fiquem inescusáveis”; Romanos 1: 20
Experiente nessa matéria de observar a
criação de Deus, o salmista disse: “Os céus declaram a glória de Deus e o
firmamento anuncia a obra das suas mãos”.
(Salmos 19: 1) Ele podia ver Deus através de sua obra. Nós também o podemos ver se o quisermos!
(Salmos 19: 1) Ele podia ver Deus através de sua obra. Nós também o podemos ver se o quisermos!
Destarte, Deus um Ser espiritual, ou
seja, que não é feito de carne e sangue, não pode ser entendido ao nível da
natureza humana. Por isso muitos negam a existência do Criador. Eles acham que
Deus é algo que se pode pegar com as mãos. Para entender Deus é preciso que nos
elevemos ao Espirito. “Ora, o homem natural não compreende as
coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las,
porque elas se discernem espiritualmente”. (1 Coríntios 2: 14) Porem não podemos pensar que tal
significa uma espécie de transe onde teríamos que entrar para entender o
Criador. Não se trata disso de maneira nenhuma. Trata-se, de fato, de
adquirirmos um relacionamento tão estreito com o Criador, ao ponto de sermos seus
perfeitos imitadores, (Efésios 5: 1) o que nos dará a capacidade ver do ponto
de vista de Deus de entender as coisas de modo amplo, devido o esclarecimento
do Espirito Santo agindo através de nós.
Porem é bom que não nos enganemos. Para
podermos adquirir um estreito relacionamento com Deus, um longo e difícil
caminho precisa ser trilhado. Nesse longo e árduo caminho decisões precisarão
ser tomadas, interesses pessoais precisarão ser sacrificados, começando com a
decisão de negarmo-nos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguirmos a
Cristo. Não esquecendo porem que, no fim, todo sacrifício terá valido o esforço.
(Mateus 16: 24)
Saiba o querido leitor que no
conhecimento de Deus jaz o resultado de uma boa conduta, o entendimento,
discernimento e a segurança de poder seguir em frente com a certeza de se é
protegido contra o cativeiro redundante da falsidade. “Não se aparte da tua
boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado
de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar
o teu caminho, e serás bem sucedido”. (Josué 1:8) Note
Isaias 5: 13.
A comunhão com Deus.
“Mas as vossas iniquidades fazem separação
entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para
que não vos ouça”. Isaías
59:2
O grandioso Deus Jehova, Criador e
Senhor de tudo, está presente em toda a sua maravilhosa obra e, se às vezes nos
parece distante ou em silencio, nós o fazemos assim. Como? O versículo
imediatamente acima o esclarece muito bem. O pecado como um ato resultante de
nossa tendência ao mal nos separa do Criador. Então o que fazer, haja vista
estarmos sob o jugo de algo inerente à nossa natureza? Podemos alegrarmo-nos
com o Fato de que embora ser assim, ou seja, de que, apesar dessa triste
condição herdada de Adão, há esperança!
Jesus o Cristo, a expressão máxima do
amor de Deus pelos homens ____“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho
unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida
eterna”. João
3: 16 ____é a saída perfeita para a humanidade ou, por que não dizer uma porta de escape, por onde todo
aquele que passar, encontrara um maravilhoso lugar de comunhão com o Pai
celestial! (Note João 10: 9) Ao participar da mesma natureza que os homens,
Jesus conheceu suas mesmas fraquezas, aflições e dores. “Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se
chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles”. (Hebreus 7: 25) De modo que sendo Cristo “...
o
Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1: 29 por ele podemos
ser livres de pecado e ter acesso a Deus o Pai em uma vida nova. (Efésios 2:
18; Romanos 6: 4)
“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para
que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus
Cristo, o justo”. 1
João 2:1
Entendemos que embora a condição herdada
de nossos primeiros pais, nossa natureza pecaminosa, não precisamos nos deixar
subjugar por esta. Em Cristo podemos morrer para o pecado e ressuscitar para
uma nova vida plena de comunhão com Deus. (Romanos 6: 11;) Como pode ser isso?
Pelo batismo, ora essa.
“De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo
na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória
do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. (...)
Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de
Deus, que o ressuscitou dentre os mortos”. (Romanos 6: 4; Colossenses
2: 12)
No que vimos até o presente, está o Deus
real e Verdadeiro; que ama as suas criaturas e cujo intuito é reconduzi-la a
seu estado original. “Porque a ardente expectação da criatura
espera a manifestação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua
vontade, mas por causa do que a sujeitou, Na
esperança de que também a mesma criatura será libertada da servidão da
corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação geme e está
juntamente com dores de parto até agora”. (Romanos 8: 19-22)
Como já vimos, ter Deus manifestado o
seu amor na forma mais sublime e com grande sacrifício para si mesmo, (João 3:
16) só vem confirmar que Ele não é o tipo de Deus “desenhado” por muitas
religiões do mundo. Principalmente que não é um Deus cruel, mas um Pai amoroso
que aplica a disciplina em tempo e na medida em que sua Justiça o permite. “Além
do que, tivemos nossos pais segundo a carne, para nos corrigirem, e nós os
reverenciamos; não nos sujeitaremos muito mais ao Pai dos espíritos, para
vivermos”? (Hebreus 12:9)
A sujeição ao Pai dos espíritos redundará em benção àqueles que acatarem
amorosamente e sem murmuração, a sua disciplina. “E, se a nossa injustiça
for causa da justiça de Deus, que diremos? Porventura será Deus injusto,
trazendo ira sobre nós? (Falo como homem.) De maneira nenhuma; de outro modo, como julgará Deus o
mundo”? Romanos 3: 5-6
Um
ato de adoração e demonstração de gratidão.
E edificou Noé um altar ao Senhor; e tomou de
todo o animal limpo e de toda a ave limpa, e ofereceu holocausto sobreo altar. E
o Senhor sentiu o suave cheiro, e o Senhor disse em seu coração: Não tornarei
mais a amaldiçoar a terra por causa do homem; porque a imaginação do coração do
homem é má desde a sua meninice, nem tornarei mais a ferir todo o vivente, como
fiz. (Gênesis 8: 20-21)
Praticar um ato de adoração é das
primeiras coisas que Noé procura fazer a Deus ao sair da arca com sua família e
os animais que com eles foram salvos do diluvio, e Deus se agradou daquele
gesto. Subsequentemente, vemos o Criador dando leis ao homem e a estas,
acrescentado uma aliança de não destruição da terra, como fora com as aguas do
diluvio. (Genesis 9: 1-17) Em tudo isso podemos notar um Deus Justo e Santo no
mais sublime grau. Um Deus para ser temido e reverenciado. Não por causa da
pena, mas causa da dívida que temos com Ele, o qual mesmo podendo dispor de
suas criaturas como bem lhe parecer aos olhos tem escolhido nos amar e
providenciar meios que, sem ferir sua Justiça e Santidade, possam nos permitir
continuar sobre a terra! É um Deus
assim, o que você adora?
Veja que Noé sai da arca e oferece
sacrifícios a Deus ali mesmo no monte. Não havia leis escritas; não havia
normas declaradas pelas quais pudesse Noé ser conduzido no serviço a Deus. Então,
pergunto ao caro leitor: De quê você precisa para prestar serviço a Deus? Precisa
de um templo grandioso onde tudo possa ser conduzido com pompa e
circunstancias? Precisa de um líder que o conduza nessa tarefa? Note que Noé
tomou a inciativa de prestar adoração ao Criador, sem que nem os itens acima
fossem necessários. Pelo menos não do ponto de vista que foram apresentados. O
grandioso templo para Noé foi a imensa natureza que o cercava onde tinha como
teto sobre sua cabeça, o céu infinito. Por líder a conduzi-lo, tinha seu
próprio desejo de demonstrar o quanto era grato por ter escapado juntamente com
sua família, do grande diluvio lançado sobre a terra, o qual lavou da face do
mundo tudo o respirava e que vivia no seco. (Gênesis 7: 22) Que lição nós
podemos tirar dai? Fica a lição de que, adorar a Deus deve ser um ato
espontâneo. Onde o adorador se lança diante de seu Criador com aquilo que tem à
mão, agradecido e onde quer que possa estar. De fato nosso culto a Deus é algo
que deve ser apresentado de dia em dia, não importando as circunstâncias sob
que estivermos. Portanto, treine a sua mente e o seu espirito para adorar a
Deus em todo o tempo e em todo o lugar! Porque chegará um tempo em que um
opositor se levantará, “O qual se opõe, e se levanta contra tudo
o que se chama Deus, ou se adora”;... (2
Tessalonicenses 2:4). Quando aquele tempo chegar, e olhe que está às
portas, quem poderá subsistir sem o seu “Lugar
preferido de adoração”? Não digo para deixar a sua congregação. Não! Não
isso. Alerto-te para que esteja pronto para ser tu mesmo a Igreja e o pastor.
Seja você mesmo casa espiritual, edificada para morada de Deus em Espirito!
(Efésios 2: 22; 1 Pedro 2:5)
Na
escolha de um povo
____O plano de salvação para todos os homens!
“... e em ti serão benditas todas as famílias
da terra”. Gênesis
12:3
No seu escolher de um povo
exclusivamente seu, alguém poderia ter o criador como um que faz da
parcialidade um modo de distinguir raças e nacionalidades. Contudo, não seria correto
tal raciocínio. O Criador não é parcial. Aquele que disse: “Eis
que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do
filho é minha...”. (Ezequiel 18: 4) têm o pleno poder e o direito de dispor de suas
criaturas como bem lhe convier. Não obstante, ao escolher Deus um povo único
dentre todas as nações da terra, não estava envolvido esse seu legitimo
direito. Então, qual seria o verdadeiro propósito de Deus ao separar para si um
povo dentre todas as nações da terra? Era o plano de salvação dos homens em
andamento! “... e em ti serão benditas todas as famílias da terra”
diz o texto áureo deste tópico. No plano, de fato, ao escolher um povo dentre
todos os povos do mundo, Deus apresenta o seu verdadeiro propósito. Note as
passagens bíblicas que seguem:
“Agora, pois, se diligentemente ouvirdes a
minha voz e guardardes a minha aliança, então sereis a minha propriedade
peculiar dentre todos os povos, porque toda a terra é minha. E vós
me sereis um reino sacerdotal e o
povo santo. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel... E irão muitos povos, e dirão: Vinde, subamos ao monte
do Senhor, à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e
andemos nas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra
do Senhor”. (Isaías
2:3; Êxodo 19:5-6)
Como o farol que
orienta os navegantes nas noites escuras sobre o mar, com a chamada de Abraão e,
por conseguinte o estabelecimento de Israel, um grande farol se acendeu para
orientar os homens em direção a seu Criador.
“Disse mais: Pouco é que sejas o meu servo,
para restaurares as tribos de Jacó, e tornares a trazer os preservados de
Israel; também te dei para luz dos gentios, para seres a minha salvação até à
extremidade da terra”. (Isaías
49:6; Atos 13: 47)
A partir do dia em que Deus disse a
Abraão ____ “Sai da tua terra e dentre a tua parentela, e dirige-te à
terra que eu te mostrar”. (Atos 7:3;
Gênesis 12: 12:1)____estava lançado os fundamentos da salvação dos homens
e, por conseguinte, sua reconciliação com Deus! (2 Coríntios 5: 19) Dentre os
filhos de Abraão, mais especificamente da linhagem do rei Davi, muitos séculos
mais tarde nasceria o Cristo, do qual, ainda uns setecentos anos antes de seu
surgimento, profetizou o profeta Isaias: “... te dei para luz dos gentios, para seres
a minha salvação até à extremidade da terra”. (Isaías 49:6)
Por meio de Cristo, descendência de Abraão, (Gálatas 3: 16) os homens ficaram
participantes das promessas feitas a Abraão. E por ele, Jesus, e somente por
ele que podemos receber a herança. (Colossenses 1: 12 )
“... e em ti serão benditas todas as famílias
da terra”. Gênesis
12:3
Quão claras e inspiradoras soam as
palavras do fragmento de texto bíblico em destaque acima! Todas as nações da
terra, pela fé, podem ser participantes da promessa feita a Abraão. “De
sorte que os que são da fé são benditos com o crente Abraão”. (Gálatas 3:9) Percebe-se então que na
chamada de Abraão se encerra um grandioso propósito, cujo beneficio não seria
algo exclusivo de sua descendência que o eram por laços de sangue, mas também
de uma descendência que o seria por laços de fé.
Alguns passos
atrás na historia ____Uma chamada e uma
promessa.
“Ora, o SENHOR disse a Abrão: Sai-te da tua
terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E
far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu
serás uma bênção. E abençoarei os que te
abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas
as famílias da terra”. Gênesis 12:1-3
Segundo a historia secular era comum a
emigração de pessoas de Ur dos caldeus em direção à região hoje conhecida como
"Crescente Fértil”, região que compreende “Iraque, Jordânia, Líbano,
Síria, Egito, Israel e Palestina, além da parte sul da Turquia e da área mais
ocidental do território do Irã. Essa região do Oriente Médio
é historicamente habitada por diversos povos e civilizações desde os mais
primitivos estágios de evolução do homem moderno. Seu nome deriva precisamente
do fato dessa região, em forma de lua crescente, ser extremamente propícia à
agricultura, literalmente "rasgando" áreas desérticas completamente
inóspitas, impróprias para povoamento constante e estável”(#).
Diz o texto sagrado:
“E tomou Terá a Abrão seu filho, e a Ló, filho
de Harã, filho de seu filho, e a Sarai sua nora, mulher de seu filho Abrão, e
saiu com eles de Ur dos caldeus, para ir à terra de Canaã; e vieram até Harã, e
habitaram ali”. Gênesis 11: 31
Ao sair com sua família de Ur, Tera o
pai de Abraão talvez apenas estivesse seguindo o costume emigratório de povos
da região, de sair em busca de terras férteis onde pudessem cultivar seus
alimentos ou alimentar a seu gado. Contudo, se formos olhar do ponto de vista bíblico,
divisaremos ali o propósito do Criador em ação. Conforme escavações feitas na
região onde estava situada a cidade de Ur dos caldeus e os objetos encontrados,
bem como a quantidade de templos, Ur era uma cidade de vida religiosa baseada
na adoração pagã. Entre os muitos objetos e registros encontrados nas
escavações em Ur, “Há também uma oração a Nannar, o deus
Lua, pelo próprio rei e por seu filho Belsazar, para que fosse “guardado do
pecado” e “estivesse satisfeito com a abundância da vida”. Estas e outras
inscrições confirmam o relato bíblico sobre Belsazar*” ____Não sabemos como era o modo de vida
de Tera pai de Abraão e, por conseguinte, de sua família, antes de saírem de
Ur. Não há registros de sua historia de vida, pelo menos não que conheçamos,
que antecedam o capitulo 11 de Gênesis, se participavam da adoração idólatra da
população de Ur ou não. Mas, sobre qualquer hipótese que se possa levantar à
respeito, prefiro crer que, como já disse acima, o plano de Deus estava em ação
e Ele, com a movimentação daquela família para uma outra terra cujo pensamento
próprio talvez se encerrasse no pretexto de encontrar lugares férteis onde
produzirem seu alimento, começava a agir miraculosamente em prol do
estabelecimento de uma nação por onde seria abençoada toda a humanidade. Note: Genesis 12: 1-3; 15: 7.
Entretanto ser a historia o elo que nos liga ao
passado e nos diz quem somos, no que diz respeito aos propósitos de Deus nada
substitui a fé, fundamento seguro daquilo que não se pode explicar
racionalmente.
Geraldo
Ribeiro
Embora não
se saiba como era vida de Abraão em Ur dos caldeus, sabe-se que era dos
descendentes diretos de Noé. Abraão era da família de Sem, o filho mais velho
do patriarca Noé. (Gênesis 11: 10-27) Tendo nascido dos descendentes de Sem,
Abraão tinha por herança a benção de Noé a esse seu filho mais velho por
ocasião do incidente de sua embriagues logo depois do diluvio. Note: Gênesis 9: 20-26. Embora possa
não ter sido um fator determinante para a chamada de Abraão para herdeiro das
promessas de Deus, é bem provável que tenha contribuído para isso. Mesmo
porque, se havia algo que era estimado pelos homens dos tempos antigos era o
ser abençoado pelo pai. (Gênesis 27: 38) Para eles, ser abençoado era um fator
determinante para uma vida de prosperidade e fortuna. (Gênesis 27: 26-29, 37)
Contudo, o que importa é que sendo chamado, Abraão ouviu, teve fé e obedeceu.
(Hebreus 11: 8) “De sorte que os que são da fé são benditos com o crente
Abraão”. (Gálatas
3:9)
À chamada
de Abraão sucede uma sequencia de eventos que provam e refina a fé deste que se
tornou o pai de todos aqueles que têm fé nas promessas de Deus. (Romanos 4: 12)
Um homem velho e uma mulher impossibilitada de
gerar filhos
“Então caiu Abraão sobre o seu rosto, e riu-se,
e disse no seu coração: A um homem de cem anos há de nascer um filho? E dará à
luz Sara da idade de noventa anos”?
Gênesis 17: 17 (Compare com Gênesis 17: 1-16)
Gênesis 17: 17 (Compare com Gênesis 17: 1-16)
A qualquer mente natural era humanamente
impossível a Abraão e Sara terem filhos na idade em que estavam. (Gênesis 18:
11) E, se já eram velhos e muito distantes de uma realidade onde pudessem gerar
filhos, a isso se agregava outro agravante: Sara era estéril. (Gênesis 11: 30)
“Haveria coisa alguma difícil ao Senhor? Ao
tempo determinado tornarei a ti por este tempo da vida, e Sara terá um filho”. Gênesis
18: 14
Mas não se tratava de um propósito
humano nem estava em analise se podiam ou não gerar filhos. A promessa era algo
saído de um plano arquitetado por aquele que mandara e o mundo aparecera. “Porque
falou, e foi feito; mandou, e logo apareceu”. Salmos 33:9
Sendo assim, quem poderia agir de maneira a impedir o Senhor de realizar o
que prometia? “... não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que
fazes”? Daniel 4: 35! A velhice de Abraão não importava porque Deus não se
limita ao tempo. A esterilidade de Sara também não era problema, (Isaias 66: 9)
porque o Deus que fez todas as coisas é capaz de endireitar o que está torto ou
mesmo mudar aquilo que não parecer direito aos seus olhos. Ao próprio Abraão
aquilo era impossível, tanto que riu com a notícia dada pelo Senhor. (Gênesis 17:
17) Porem, isso foi um ato de Abraão baseado na sua condição física e na de sua
mulher, “E
não duvidou da promessa de Deus por incredulidade, mas foi fortificado na fé,
dando glória a Deus”, Romanos 4: 20
O
povo escolhido de Deus rejeita seu propósito de um reino de sacerdotes.
“E disseram-lhe: Eis que já estás velho, e teus
filhos não andam pelos teus caminhos; constitui-nos, pois, agora um rei sobre
nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as nações. Porém
esta palavra pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei,
para que nos julgue. E Samuel orou ao Senhor”. 1 Samuel 8: 5-6
O modo de governo das
nações em volta agradava aos filhos de Israel. Era interessante, de seu ponto
de vista, ter um rei que os “julgassem” e lutassem por eles as suas guerras.
Desprezando todo e qualquer aviso da parte de Deus através de seu profeta
Samuel, eles insistiram na ideia, reforçando o pedido de um rei. (1 Samuel 8:
6-20) Pode-se dizer que começa ai uma trajetória de tropeços, quedas e provações da nação israelita. Quando
tinham bons reis, eram conduzidos a Deus e sua adoração verdadeira. (2 Crônicas
34: 1-4) Porem se seu rei era mau, acabavam por ser levados com ele na sua
rebelião contra Deus. (2 Crônicas 33: 1-11)
Não obstante os erros da
nação israelita, o propósito de Deus continuou firme e daquela instituição
monárquica, prometeu um Rei para reinar para sempre sobre a casa de Davi. (2
Samuel 7: 16) “Do aumento deste principado e da paz não haverá fim, sobre o
trono de Davi e no seu reino, para o firmar e o fortificar com juízo e com
justiça, desde agora e para sempre; o zelo do Senhor dos Exércitos fará isto”. (Isaías 9:7) Na linhagem de
Davi fica lançada então, as bases para o nascimento de um Reino messiânico que
trará paz sem fim a toda a humanidade. “E ele julgará entre as nações, e
repreenderá a muitos povos; e estes converterão as suas espadas em enxadões e
as suas lanças em foices; uma nação não levantará espada contra outra nação,
nem aprenderão mais a guerrear”. ( Isaías 2:4)
Com esse Reino estabelecer-se-á uma paz sobre o mundo, cujo refrigério somente
foi experimentado por Adão antes de sua queda. Será uma paz gloriosa!
“Deus não é homem, para que minta; nem filho do
homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria,
e não o confirmaria”? Números
23: 19
Não será
uma paz localizada. Não será a paz de um país, mas a paz do planeta. O agente
das tragédias no mundo será preso para que, por mil anos, não provoque o mal no
coração dos homens.
“E vi descer do céu um anjo, que tinha a chave do abismo, e
uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo
e Satanás, e amarrou-o por mil anos”. Apocalipse
20:1-2
Quão
glorioso é saber dessas promessas do grandioso Criador!
A esse
Deus que sempre foi quem deu o primeiro passo em direção ao propósito de salvar
os homens, (1 João 4: 19) devemos a honra e a gloria por toda a eternidade!
Jesus o Rei!
“Disse o SENHOR ao meu Senhor: Assenta-te à
minha mão direita, até que ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés”. Salmos 110: 1
Como o
rei prometido, Jesus reinará até que seus inimigos lhe sejam subjugados ____ “Ora, o último inimigo
que há de ser aniquilado é a morte”. (1 Coríntios 15:26)____E a humanidade redimida
experimentará o a que ponto vai o sacrifício do Cordeiro de Deus que tira o
pecado do mundo! (João 1: 29)
Uma curiosidade.
Pelo que consta nos
registros do novo testamento nota-se Jesus interferindo em pelo menos cinco
situações distintas que envolvia os homens em seus dias:
Perdão ____Em varias ocasiões encontramos
o Senhor dizendo: “Os teus pecados te são perdoados”. (Lucas
7:48; Marcos 2:5; Mateus 9:2) Donde podemos
concluir que o reino do messias será caracterizado pela benevolência e
tolerância com o pecador que caracterize arrependimento.
Curas
miraculosas
____Os evangelistas registram com riqueza de detalhes os milagres de Jesus e,
entretanto ser conhecido não como “Curandeiro”, mas como “Mestre”, ele aliviou
a dor de muitas pessoas por onde andou. (Mateus 4: 23) Fatos que nos revelam
que o Reino de Deus, nas mãos de seu filho Jesus, será caracterizado pela saúde
de seus súditos fiéis.
Interferência sobre a morte ____Em algumas ocasiões Jesus trouxe pessoas que tinham
morrido, de volta à vida. (João 11: 43; Marcos 5: 41) Por isto, podemos
vislumbrar um Reino onde as pessoas não chorarão a perda de seus entes
queridos. Como aquele tem as chaves da morte, o Senhor “Aniquilará a morte para sempre, e assim enxugará o Senhor
DEUS as lágrimas de todos os rostos, e tirará o opróbrio do seu povo de toda a
terra; porque o SENHOR o disse”. (Isaías
25:8)
Alimento em abundância ____ E, sendo chegada a tarde, os seus discípulos aproximaram-se
dele, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já avançada; despede a multidão,
para que vão pelas aldeias, e comprem comida para si.
Jesus, porém, lhes disse: Não é mister que vão; dai-lhes vós de comer.
Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.
E ele disse: Trazei-mos aqui. E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças. (Mateus 14:15-21) Sob o reinado do Cristo, ninguém será dispensado com fome. Haverá abundância do que comer até mesmo nos desertos! (Isaias 41: 19)
Jesus, porém, lhes disse: Não é mister que vão; dai-lhes vós de comer.
Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes.
E ele disse: Trazei-mos aqui. E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a erva, tomou os cinco pães e os dois peixes, e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou, e, partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos à multidão. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram dos pedaços, que sobejaram, doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças. (Mateus 14:15-21) Sob o reinado do Cristo, ninguém será dispensado com fome. Haverá abundância do que comer até mesmo nos desertos! (Isaias 41: 19)
Conhecimento abundante ____ “E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu
irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor
deles até ao maior. (...) Porque
a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o
mar”.( Habacuque 2: 14;
Hebreus 8:11) Como grande
ensinador que era, Jesus fez jus ao predicado de Mestre. Ele se preocupava em
ensinar as pessoas por onde andava, fazendo com que ouvissem a palavra de Deus.
(Marcos 4: 33; Lucas 3: 18) A humanidade não mais será vítima de ensinamentos
enganosos porque aprenderão da genuína fonte, as palavras de Deus!
“...Venha
o teu reino; seja feita tua vontade...! (Mateus 6: 19)
Uma
dura peleja
Desde que se deixou levar pelo engano lá
no Éden, que o homem tem sido perseguido pelo mal. Ao cobiçar ser como Deus, “sabendo o que é bom e o que é mau”, o
homem trouxe sobre si algo com o qual tem que lutar por toda a sua existência, se
desistir de lutar será irremediavelmente dominado.
O que foi exatamente? ____vejamos.
Sendo feito do pó da terra; tendo
tornado carne e sangue e adquirido vida mediante o sopro de Deus em suas
narinas, (Gênesis 2: 7) há mais no homem que ser anulado, a fim de que o
espirito se sobreponha, que alguém possa imaginar. Sendo dito pelo apóstolo
Paulo que “carne e sangue não herdarão o
Reino de Deus”, (1 Coríntios 15: 50) fica subtendido que a natureza humana
precisa ser aniquilada em todos os sentidos para que a operação do Espirito se
torne evidente em nós. E não nos enganemos! Nisto está envolvido uma das
maiores batalhas que o homem tem que enfrentar. Nessa batalha ele tem que lutar
contra si mesmo, coisa que jamais será algo fácil de fazer. Donde se percebe
que ao encontrar o “conhecimento do que é
bom e do que é mau”, descobrimos também que embora o espirito esteja
pronto, a carne é fraca. (Marcos 14: 38) O que isso significa? Significa que a
carne não pode resistir ao mal, nem ao erro. E assim, é com justiça que a
palavra de Deus diz: “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as
coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito.
(...)Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus”. (Romanos 8: 5, 8)
Contudo, não serve de
justificativa para que permaneçamos no erro. “Porque, se viverdes segundo a carne,
morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis”. (Romanos
8:13)
“Nisto está o amor, não em que nós tenhamos
amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para
propiciação pelos nossos pecados”. 1
João 4:10
Sabedor da condição humana nosso amoroso
Criador em seu incomparável amor e imensurável justiça, providenciou para que a
nós fosse dada a oportunidade de redenção. Ao enviar ser filho ao mundo, Ele
abriu uma porta de salvação eterna pela qual podemos passar e sermos livres!
(João 10: 9)
“E livrasse todos os que, com medo da morte,
estavam por toda a vida sujeitos à servidão”. Hebreus
2: 15
Este é o verdadeiro Deus,
o Senhor Jehova. Bendito seja! “Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com
ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha
para aquele que nele espera”. Isaías
64:4
IV
Nos
milênios de trajetória dos homens sobre a terra, embora possa parecer a muitos
que não, Deus sempre esteve envolvido nos assuntos da humanidade e sempre com
objetivos específicos. Como se pode saber isso é o que veremos a seguir.
“E são também sete reis; cinco já caíram, e um
existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de
tempo”. Apocalipse
17: 10
Os Impérios mundiais ____o que trouxeram à humanidade?
Grandes e
poderosos impérios têm, há muito, se levantado e governado o mundo. Para alguns
com pouco ou sem nenhum interesse, isso foi apenas um acontecimento natural ou
simplesmente resultado da manifestação do poder de uns em suplantar outros.
Entretanto, isso não é verdade. Os poderosos reinos que se levantaram no
decorrer da historia humana teve e têm seu propósito baseado única e
exclusivamente em um plano divino. Nenhum rei que se levantou com grande poder
sobre outros reinos na terra, jamais o foi por ser ele capaz ou mais forte que
os demais.
“Tu, ó rei, és rei de reis; a quem o Deus do céu
tem dado o reino, o poder, a força, e a glória”. Daniel 2: 37
(Note: Daniel 4: 17).
Por que Deus todo poderoso trabalharia
com os reinos do mundo? Com que objetivo?
Como o grandioso juiz de toda a terra
que é, (Gênesis 18: 25) pode se dizer que Deus tem feito instituir poderosos
impérios para que através desses seus planos se cumpram na terra e, também,
para que seus justos julgamentos se façam recair sobre as costas dos homens
ímpios, ou para mostrar seu grandioso poder. “Porque diz a Escritura a
Faraó: Para isto mesmo te levantei; para em ti mostrar o meu poder, e para que
o meu nome seja anunciado em toda a terra”. (Romanos 9: 17)
É digno de nota ainda, que quando Deus trouxe os caldeus contra as terras de
seu povo Israel, também foi por um propósito específico. Por muito tempo o povo
fora avisado através dos profetas de Deus, dizendo que se convertessem de seus
erros caso contrario seriam levados de sua terra em cativeiro. Contudo não
quiseram ouvir. “E o Senhor enviou contra ele as tropas dos caldeus, as tropas
dos sírios, as tropas dos moabitas e as tropas dos filhos de Amom; e as enviou
contra Judá, para o destruir, conforme a palavra do Senhor, que falara pelo
ministério de seus servos, os profetas”. (2 Reis 24:2)
Porem chegará um dia, e se aproxima muito rapidamente, em que o Deus dos
céus, mediante Jesus o seu amado filho e prometido rei messiânico, fará
desaparecer o governo dos homens de sobre a terra. Ainda que tenham sido usados
para cumprir profecias sobre o mundo, serão esmigalhados e se farão como o pó
que o vento leva. “Da maneira que viste que do monte foi
cortada uma pedra, sem auxílio de mãos, e ela esmiuçou o ferro, o bronze, o
barro, a prata e o ouro; o grande Deus fez saber ao rei o que há de ser depois
disto. Certo é o sonho, e fiel a sua interpretação”. (Daniel 2:45)
Quando o reino de Deus for estabelecido
e suplantar todo reino e qualquer lembrança destes, nem mesmo os grandes
legados que os impérios mundiais deixaram à humanidade serão lembrados. O reino
de Deus se exaltará acima de todos os reinos e ficará estabelecido para sempre.
O
que trará o reino de Deus?
“Nos seus dias florescerá o justo, e abundância
de paz haverá enquanto durar a lua”. Salmos
72:7
Analisando a oração comumente conhecida
como “Pai nosso” ensinado por Jesus a seus discípulos, podemos ter uma ideia do
que proporcionará o Reino de Deus à humanidade e o que ele trará.
“Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que
estás nos céus, santificado seja o teu nome;
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém”. ( Mateus 6:9-13)
Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu;
O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém”. ( Mateus 6:9-13)
A santificação do nome de Deus, é um os
objetivos do Reino. Sendo que os reinos e grandes impérios mundiais causaram
mais malefícios que benefícios à humanidade, o Reino de Deus, ao contrario
trará benefícios verdadeiros, eternos e justos. Com isso os homens perceberam
finalmente a diferença entre estar sobre o domínio amoroso do Criador, e a tirania
de reinados humanos ____
“Tudo isto vi quando apliquei o meu coração a
toda a obra que se faz debaixo do sol; tempo há em que um homem tem domínio
sobre outro homem, para desgraça sua”. Eclesiastes
8:9(Compare: Mateus 11: 30)
____e por causa disso será santificado o
nome de Deus. Quando todos os homens finalmente reconhecerem que Ele é a
justiça perfeita. (2 Pedro 3: 13)
Diante da afirmação acima, alguém talvez
pergunte:
Se
isso é verdade, por que Deus está demorando tanto em realizar? ____ Eis a resposta:
“O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que
alguns a têm por tardia; mas é longânime para conosco, não querendo que alguns
se percam, senão que todos venham a arrepender-se”. 2 Pedro 3:9
Digno de nota é que o nome Jesus, dado
ao filho de Deus, tem por significado “Deus é salvação” e, que o nome Cristo ou
Messias, significam o “Ungido do Senhor”. Assim sendo, fica evidente que o
propósito de Deus é salvar a humanidade e consequentemente estabelecer o seu
Reino sobre a terra às mão de seu filho. “Porque convém que reine até que haja posto
a todos os inimigos debaixo de seus pés”. (1
Coríntios 15:25) Então, haja vista estar nos planos de Deus que todos os
homens se salvem, mesmo que estes desprezem a salvação, sua justiça não lhe
permite agir como agiria qualquer homem, ou seja, precipitadamente. A sua
justiça testificará no juízo final, que Ele foi paciente e esperou que todos os
homens se arrependessem de seus erros a fim de serem salvos.
Como será o reino de Deus? ____Não será um reino à semelhança dos reinos do mundo
“E, interrogado pelos fariseus sobre quando
havia de vir o reino de Deus, respondeu-lhes, e disse: O reino de Deus não vem
com aparência exterior”. Lucas
17: 20
O povo
judeu dos tempos de Jesus estava sob o domínio do império romano e, conhecedor
que era das promessas de Deus por seus profetas acerca do estabelecimento do reino
de Deus, (2 Samuel 7: 13) pareciam esperar que o surgimento deste se desse, à
moda dos reinos humanos, com pompa e circunstâncias, talvez com miríades de
anjos a atacar e expulsar os romanos que os oprimiam, Porem não se deu assim. O
reino já estava entre eles e não conseguiam percebê-lo. Ao dizer que o reino de
Deus não se daria com aparência exterior, Jesus descartava exatamente aquilo
que os Judeus esperavam e pensavam ser o reino de Deus. O rei que esperavam
era um que fosse como aquele que seus antepassados pedira muitos séculos atrás,
quando rejeitou o modo de governo estabelecido por Deus e pediu ____“constitui-nos,
pois, agora um rei sobre nós, para que ele nos julgue, como o têm todas as
nações”. (1 Samuel 8:5; note; 1
Samuel 8: 7) Aquela geração esperava que o reino de Deus trouxesse um rei
assim, mas se enganaram. Não entenderam a promessa profética que dizia ____”Alegra-te
muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que o teu rei virá a
ti, justo e Salvador, pobre, e montado sobre um jumento, e sobre um jumentinho,
filho de jumenta”. (Zacarias 9:9;
compare com João 12:15; Mateus 21: 5) Diferentemente daquilo imaginavam
_____um reino que os libertasse de uma vez para sempre da opressão de outros
reis e agora do império romano ____o povo judeu não entendeu que o Reino de
Deus, do qual Jesus era o representante legal e Rei designado, não tinha como
principal objetivo a libertação imaginada ou esperada pela nação.
“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade
vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não
fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos
libertar, verdadeiramente sereis livres”. João
8: 34-36
Jesus não aparecera com intenção de
liderar um levante contra os Romanos; seu objetivo não era um reinado ao estilo
dos homens.
“Sabendo, pois, Jesus que haviam de vir
arrebatá-lo, para o fazerem rei, tornou a retirar-se, ele só, para o monte”. João 6: 15
Ao dizer
aos inquisidores que o Reino de Deus não viria com aparência externa, queria
dizer o Mestre que o Reino de Deus não era como eles imaginavam que seria. Eles
precisavam entender que ao contrario dos reinos dos homens ____tirânicos,
escravagistas e cruéis ____o Reino de Deus era um reino de verdadeira
liberdade, fundamentado no amor e na misericórdia. As obras feitas por Jesus o
revelavam assim. Ele demonstrou compaixão quando curou as pessoas doentes ou
libertou os oprimidos do diabo. Revelou a misericórdia de Deus quando perdoou
os pecadores e era assim que precisavam entender o Reino de Deus. (Note: João
8: 11; Mateus 8:16; 14: 14)
E é assim
que será o reino de Deus às mão de seu filho Jesus. “Porque convém que
reine até que haja posto a todos os inimigos debaixo de seus pés”. (1 Coríntios 15:25) Aniquilará a
dor e a opressão. Destruirá os efeitos produzidos pelo pecado, entre eles o
principal e mais terrível que é a Morte. Todos os inimigos do Reino de Deus,
começando por Satanás e seus demônios, passando pelos homens que o rejeitam e
tudo o que for maléfico serão aniquilados por toda a eternidade.
“E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já
o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. E eu,
João, vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que de Deus descia do céu, adereçada
como uma esposa ataviada para o seu marido.
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis”.
Apocalipse 21:1-5
E ouvi uma grande voz do céu, que dizia: Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis”.
Apocalipse 21:1-5
Que o
Deus de toda graça nos conceda ver aquele glorioso tempo e poder desfrutar de
suas delicias por toda a eternidade!
O nosso
grande desejo foi, até aqui, deixar claro que o grande e maravilhoso amor,
poder e realidade de Deus se entendem e claramente podem ser vistos em suas
grandes obras. Que Ele é real! Está presente e se importa com os homens. Quem
dera todos tivessem a sensibilidade de olhar pra existência com os olhos de quem
detém a fé. Quem dera os homens todos se virassem para aquele a quem dão as
costas e reconhecessem sua insignificância e miséria. Quem dera se
arrependessem de seus erros e confessassem suas rebeliões. Assim saberiam o que
verdadeiramente é sentir o refrigério da graça de Deus, e o quão maravilhoso é
desfrutar de uma intimidade com o Criador. Saber que:
Conclusão
Portanto,
saibam todos que Deus é justo em todos os seus caminhos e as suas obras são a
pura retidão. Ele ama as suas criaturas, mas como um pai também sabe corrigir e
aplicar a justa disciplina quando isso se faz necessário. Assim, já é tempo que
paremos de culpar a ele por nossos infortúnios, quando estes não passam de
frutos dos nossos desvios e decisões mal feitas. Escutemos a suas palavras,
amemos as suas leis, acatemo-las para que nos vá bem e possamos ser achados
dignos da salvação e da vida eterna!
Que assim seja!
*FONTES:
Bíblia
Thompson, Suplemento de Arqueologia - Ed. Vida.
Dicionário
Bíblico - Editora Betânia O Plano de Deus e o Arrebatamento, Enéas Tognini
- Editora Candeia.
# Bibliografia:
http://www.historiadigital.org/2010/05/saiba-o-que-e-crescente-fertil.html - Página História Digital - Saiba o que é o Crescente Fértil
http://www.historiadigital.org/2010/05/saiba-o-que-e-crescente-fertil.html - Página História Digital - Saiba o que é o Crescente Fértil
III- * perguntas bíblicas, publicadas por Torre de Vigia de Bíblias
e Tratados
1 - João 14: 6
2
- Efésios 2: 18-22
3
- Marcos 13: 13
4- 2
Timóteo 3: 12
6- 1timóteo 1: 24
9- 1 João 2:1
10- João 8:
12
11- Filipenses 2:6,
8

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