domingo, 20 de abril de 2014

Amor Pleno e Incodicional





Para começar esta segunda parte da postagem sobre "Amar o próximo como a nós mesmos", quero começar com uma análise, ainda que bastante superficial, sobre o que significa o "Amor" cantado nos versos das canções que soam aos nossos ouvidos diariamente quer através do rádio, da mídia gravada ou televisionada. Canta-se o amor __como o elo que une um homem e uma mulher e o que uso aqui a título de exemplo para que entendamos o que significa o Amor para muitos e como é "Transmitido" às massas __fazendo deste algo carregado de sentido sexual. Em outras palavras, o que se canta nas canções, talvez, na maioria dos casos, não seja o "amor" no sentido perfeito da palavra, mas o ato da relação sexual entre os casais. Contudo, não  não é nisso que quero me deter, mas sim no que envolve amar, e amar de verdade, com um amor puro e genuíno, "O amor de Deus"!  João 5:42

Como amor pleno, genuíno e incondicional, entende-se aquele descrito pelo apóstolo Paulo em sua primeira carta aos cristãos residentes na cidade de Corinto, no capítulo 13, do versículo 1 ao 7. Poética e divinamente o apóstolo aqui descreve esse tão sublime sentimento que se praticado, no sentido em que é apresentado, os homens já não mais se odiarão nem se matarão entre si. Disse Paulo: "Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta".


 Esse é o amor genuíno e verdadeiro. Quando se diz que "o amor é sofredor", aqui entendemos que ele trás consigo a qualidade do perdão. (Lucas 23:34) O verdadeiro amor vê as possibilidade antes que as impossibilidades. Percebe que mudanças podem ocorrer e que perdoar é a melhor escolha diante da ofensa. Jesus viu isso naqueles que o condenaram à morte e por isso pediu a Deus, ao Pai, que os perdoasse. Sendo que "o amor não é invejoso",  este folga com o sucesso do outro. Não reivindica secretamente as bem-aventuranças alheias. Por não ser "leviano" o amor dá-nos a capacidade de sermos transparentes. Por ele podemos dizer que somos, na inteireza e não apenas em parte, aquilo em que se pode traduzir as nossas palavras. (Salmos 15: 2) Por último, pode-se dizer que as palavras do versículo 7 é chave de todo o texto de que estamos falando. "Tudo sofre" __destaca a qualidade daquele que é longânime. Aquele que aqui se enquadra tem consigo a capacidade passar pelas adversidades ou fraquezas alheias sem a perca de tempo na busca por culpados, certos ou errados na questão. "Tudo crê" __as possibilidades são coisas palpáveis e não apenas hipóteses. "Tudo espera" __àquele que detém o amor no teor aqui descrito  não se precipita, mas tem a esperança por âncora segura e firme, que mantem o seu "barco" bem atracado na certeza daquilo em que acredita vai acontecer."Tudo suporta" __neste ponto, o amor verdadeiro nos dá a capacidade da contenção, fazendo com que jamais pensemos, ou sequer cogitemos um revide diante de uma afronta, ofensa, ou mesmo algo que possa deixar marcas profundas em nossos sentimentos. Esse é o amor no sentido mais pleno do termo! Portanto, aprendamo-lo e pratiquemo-lo todos os dias e façamos os nossos dias melhores, como também os dias de nosso próximo!


Considerando:  

Talvez não tenha sido profundo ou claro na medida em que o assunto merece, mas sei qual a intenção que aqui apliquei. Àquele que talvez considerar assim, rogo que pesquise e aprenda por si mesmo a grandeza de tão sublime tema.








Um comentário:

  1. Por que nos ferimos? Por que nos matamos uns aos outros? A resposta é mais simples do que parece. falta em nós o amor de Deus, aquele amor que nos fará amar o próximo como a nós mesmos. (João 5: 42; Mateus 22:39) Deixemos que esse amor entre em nossos corações e então o mundo se transformará em um lugar de paz!

    ResponderExcluir